Arquivo para a categoria 'Honda'

28
nov
11

Lançamento: CRF 250L para o Salão de Tóquio

Mistura on-road e off-road é aposta da Honda; sem especificar muitos detalhes técnicos, a marca divulgou produção em série e a CB 250R como base para a nova moto

O Salão de Tóquio, que ocorre entre os dias 3 e 11 de dezembro, no Japão, costuma receber o que há de mais novo no mundo das motos. Para seguir a regra, a Honda antecipou o que mostrará ‘’em casa’’ e apresentou a nova CRF 250L.

Misturando on-road e off-road, a marca japonesa não especificou detalhes sobre a moto, mas adiantou que ela será produzida em série. Como base para este modelo, a Honda utilizará a CB 250R, uma pequena esportiva, que chega ao Brasil em 2012. Desenvolvida para uso diário e diversão em off-road, a CRF 250L conta um motor monocilíndrico de 249,6 cm³ e refrigeração líquida.

[Por:Motociclismo Online]

24
mar
11

Equipe Honda, Swian Zanoni e Dário Júlio levam Guidão de Ouro

Guidão de Ouro: evento que premiou melhores do ano foi realizado na última quarta-feira, 23, em São Paulo.

Dário Júlio e Swian Zanoni é premiado no Guidão de Ouro - Foto: Luiz Pires

São Paulo (SP) – Os pilotos oficiais da Equipe Honda Mobil Swian Zanoni e Dário Júlio receberam o prêmio Guidão de Ouro. O evento, promovido pelas revistas Dirt Action e Moto Action, foi realizado nesta quarta-feira (23), na capital paulista. A Equipe Honda Mobil também venceu a disputa como melhor equipe de 2010 e a Superliga Brasil de Motocross – patrocinada pela Honda e organizada pela Romagnolli Promoções e Eventos – foi eleita a melhor competição de 2010.

No concurso, leitores e internautas elegeram os melhores pilotos, competições e equipes do ano passado. A votação foi realizada pela internet e coube somente ao público a escolha dos vencedores.

Celestino Fleire Jr, editor da Dirt Action com Wilson Yasuda, gerente de competições da Honda do Brasil

Em um ano repleto de vitórias – campeão da Superliga Brasil de Motocross, na MX2 e do Arena Cross, na Pró – Swian Zanoni faturou o prêmio na categoria Motocross. “Fico muito feliz por ser eleito pelos fãs do esporte como melhor piloto de motocross do ano. É um reconhecimento do nosso trabalho, empenho e de tudo pelo que passamos para competir”, comenta Swian, que neste ano representará o Brasil no Mundial de Motocross.

Tetracampeão do Enduro da Independência, campeão brasileiro de rally cross country e vice-campeão no Rally dos Sertões 2010, na categoria Production, o mineiro de Lavras, Dário Júlio, reuniu vários títulos e revelou um ótimo desempenho durante a temporada. O resultado do trabalho foi a conquista pela quarta vez consecutiva do Guidão de Ouro na categoria Off-Road.

“É muito gratificante receber esse troféu. Fico orgulhoso por conquistar esse prêmio, porque sei que a avaliação dos pilotos é feita pelo público. Vencer esse concurso significa passar uma boa imagem para os amantes da modalidade”, comemora Dário.

As conquistas não pararam por aí, a Equipe Honda Mobil foi eleita pelos internautas como a melhor equipe do país em 2010. A Superliga Brasil de Motocross, campeonato patrocinado pela Honda e organizado pela Romagnolli Produções e Eventos, foi escolhida como a melhor competição da temporada.

“Estes prêmios são resultados do esforço de toda a equipe da Honda, que apoia os principais campeonatos do país, além de desenvolver um trabalho específico com um time de pilotos com grande potencial”, destaca Wilson Yasuda, assessor de competições Honda.

A Equipe Honda Mobil tem apoio da Mobil, Pirelli, Oakley, ASW, Riffel, Showa, DID, Polisport, Orbital, NGK e Protaper.

Fonte: Vipcomm – Agência de comunicação

18
mar
11

Honda divulga o motocross em horário nobre da Rede Globo

Leandro Silva (14), venceu a corrida da promoção.

Após vários anos, motocross retorna às telas da Globo através de uma promoção da Honda no BBB/ 11 – no horário nobre da TV

Quem acompanhou ontem o Big Brother Brasil 11, teve uma boa surpresa durante o programa.

A promoção “Capacete Premiado” da Honda levou Daniel, um dos participantes do BBB até Indaiatuba/SP, onde ele conheceu o Centro de Treinamento e Educação no Trânsito da montadora.

Também foi realizada uma pequena corrida de motocross, com a participação dos pilotos Leandro Silva, Jean Ramos, Wellington Garcia e outros dois pilotos. Ao final, vitória para Leandro Silva, com Wellington em segundo e Jean em terceiro.

Por alguns breves minutos, pudemos sentir a emoção de ver uma disputa de motocross transmitida para dezenas de milhões de pessoas em todo o país, através da grande audiência da emissora.

Parabéns à Honda pela ação, pois certamente este espaço é fruto de um importante investimento, que de toda forma faz aproximar o esporte da maior parcela da população brasileira.

Fonte: Pro Moto / Foto:Vipcomm/ vídeo: YouTube/ imagens: Globo

Para quem não viu o BBB/ 11 ou quer rever acesse o vídeo abaixo:

18
fev
11

Top 10: As motos mais vendidas do Brasil

Top 10: Confiram quais são as 10 motocicletas mais vendidas do Brasil

Honda tem sete das dez motos mais vendidas do Brasil

A primeira motocicleta montada no Brasil foi a pequena Yamaha RD 50, equipada com motor dois tempos de 50cm3. Isso em 1974. A linha de montagem da marca dos três diapasões ficava em Guarulhos, na Grande São Paulo. Em 1976, a produção da Yamaha foi transferida para a Zona Franca de Manaus (AM), no estado do Amazonas. Hoje, toda a produção nacional de motocicletas é feita em Manaus (PIM). Em 2010 foram montadas 1.830.000 unidades e pouco mais de 1.804.000 motos novas foram emplacadas. Assim, o Brasil é o quarto maior produtor de motos do mundo.
Só perde para a China, Índia e Indonésia. Fica à frente de Tailândia, Japão e Estados Unidos. Os modelos de até 250 cm3 de capacidade dominam o cenário, com 92% do mercado. Detalhe: das dez motos mais vendidas, sete são Honda. A marca líder detém 77,56% do market share do mercado nacional de duas rodas. Confira abaixo os 10 modelos mais vendidos:.

Honda CG125 é a campeã em vendas.

1) Honda CG 125
Desde o início de sua produção no País, a Honda já fabricou mais de 15 milhões de unidades. Seu best-seller é a CG 125. Hoje, a marca comercializa duas versões de sua campeã de vendas: CG 125 Fan e a CG 125 Cargo, ambas carburadas. No final de 2010 foram emplacadas quase 413 mil unidades do modelo que é sinônimo de resistência, durabilidade, manutenção simples e facilidade de condução. Por isso é um produto é bastante requisitado pelos frotistas. Ambas estão equipadas com motor monocilíndrico de 124,77 cm3, OHC (Over Head Camshaft), quatro tempos, arrefecido a ar, que gera potência máxima de 11,6 cv. A CG 125 é o veículo mais vendido do Brasil. Preço sugerido a partir de R$ 5.190,00.

2) Honda CG Titan 150
A família Titan é uma unanimidade entre os motociclistas. Robustez e fácil manutenção são seus principais atributos. Ano passado foram vendidas 409.793 unidades. Em janeiro a multinacional japonesa apresentou a CG 150 Titan com injeção eletrônica e uma nova carenagem de farol. Com a mudança estética, o modelo 2011 da CG 150 Titan lembra muito a CB 300R e se alinha com a identidade visual das nakeds de maior capacidade cúbica da marca. Agora todas as versões da Titan 150 estarão disponíveis com freio a disco na dianteira e partida elétrica de série. Equipada com motor de um cilindro, 149 cm³ de capacidade, comando simples no cabeçote (OHC) e refrigerado a ar, a CG Titan é vendida somente na versão “Mix”, agora rebatizada de sistema “Flex” pela Honda. Assim, o motociclista pode abastecer com etanol e/ou gasolina, em qualquer proporção. Preço sugerido a partir de R$ 6.324,00.

Honda Biz 125 ocupa o terceiro lugar no ranking.

3) Honda Biz 125
Desde a sua apresentação em 2005, a Honda Biz 125 já acumulou mais de 1 milhão de unidades vendidas. Só em 2010, 189.142 CUBs da Honda foram emplacadas. É o terceiro modelo mais vendido do Brasil e que, aliás, tem uma grande aceitação entre o público feminino. A motoneta, em sua versão 2011, chegou às concessionárias totalmente renovada. Chassi e carenagem receberam alterações em 95% de seus componentes. O motor ganhou balancins roletados no cabeçote. Outro diferencial é que a nova Biz agora é Flex, permitindo a utilização de gasolina ou etanol em qualquer proporção. Fácil de pilotar e ágil no trânsito dos grandes centros urbanos, a Biz está equipada com propulsor OHC (comando simples no cabeçote), quatro tempos, arrefecido a ar, de 124,9 cm3. Preço sugerido a partir de R$ 5.297,00.

4) Honda NXR 150 Bros
Fácil pilotagem, versatilidade e conforto. Estas são as principais qualidades da NXR 150 Bros, trail da Honda de 150 cm3 de capacidade que ocupa a quarta posição entre as motos mais vendidas do País. Ao longo de 2010 foram comercializadas 183.819 unidades. Boa opção para rodar na cidade ou em áreas rurais, a Honda Bros 150 está equipada com motor OHC (Over Head Camshaft), de 149,2 cm3, quatro tempos, alimentado por sistema de injeção eletrônica de combustível. Além disso, o sistema é dotado de tecnologia Mix Fuel Injection, que permite a motocicleta rodar com gasolina ou etanol (álcool) em qualquer proporção. A NXR 150 Bros foi primeira on-off road do mundo a utilizar tecnologia bicombustível. Preço sugerido a partir de R$ 7.890,00

A Yamaha YBR Factor 125 aparece em 5º lugar

5) Yamaha YBR Factor 125
“Carro-chefe” da Yamaha e quinta moto mais vendida, a Yamaha YBR Factor 125 teve um bom desempenho em 2010. No total foram comercializadas 122.208 unidades. A versão 2011 do modelo street voltado ao “trabalho” adotou novo grafismo e componentes, como os suportes e aro do farol cromado que passaram a receber a pintura preto fosco, enquanto o guidão teve a cor prata. Também as tampas laterais em todas as versões (K, E e ED), são agora na cor preta “Matt Black” – mesma da superesportiva YZF-R1. O motor é um monocilíndrico, quatro tempos, OHC (Over Head Camshaft), arrefecido a ar, de 124 cm3, que desenvolve 11,2 cv. Infelizmente ainda é alimentado por carburador. Preço sugerido a partir de R$ 5.700,00.

6) Honda CB 300R
O design arrojado é o principal argumento de vendas da Honda CB 300R. No melhor estilo “street fighter”, esta mini-naked conta com conjunto frontal com formas aerodinâmicas e marcante identidade visual, que lembra os modelos de maior capacidade cúbica da marca. Em 2010 foram emplacadas 79.660 unidades da “CBzinha”. Com este volume, o modelo ocupa a sexta posição entre as mais vendidas. A moto está equipada com motor monocilíndrico de 291,6 cm3, DOHC (Double Over Head Camshaft), com duplo comando de válvula no cabeçote, quatro tempos, com quatro válvulas, radiador de óleo e dotado de injeção eletrônica PGM-FI. Moto para dupla jornada (cidade e estrada), a CB 300R desenvolve uma potência máxima de 26,53 cv. Há ainda uma versão equipada com sistema de freios ABS. O preço público sugerido a partir R$ 11.490,00.

7) Honda Pop 100
Econômica, versátil, confortável e fácil de pilotar, a Pop 100 é a sétima moto mais vendida no Brasil com um total de 61.723 unidades emplacadas em 2010. O modelo pode ser utilizado como meio de transporte ou instrumento de trabalho. A Pop usa o compacto motor monocilíndrico OHC (Over Head Camshaft), quatro tempos. Com 97,1 cm3, o propulsor alcança potência máxima de 6,17 cv. O modelo tem ainda transmissão de quatro velocidades e embreagem do tipo multidisco em banho de óleo. O preço público sugerido é de R$ 3.990,00.

A Fazer 250 é a oitava moto mais vendida

8) Yamaha Fazer YS 250
No início de 2010, a Fazer 250 passou por uma grande mudança estética. A moto ficou mais bonita, com um desenho mais agressivo e moderno perante o olhar do motociclista. Além disso, sua excelente ciclística foi preservada. Em função desta atitude, a Yamaha vem colhendo bons resultados de vendas. A Fazer 250 é a oitava moto mais vendida no País. Ano passado foram emplacadas quase 33 mil unidades desta mini naked. O modelo conta com motor de 21 cv de potência equipado com sistema de injeção eletrônica, pistão forjado, cilindro com revestimento cerâmico, além de freio a disco também na roda traseira. O resultado é fácil dirigibilidade e baixo consumo de combustível. O preço sugerido é de R$ 11.250,00 (já na versão 2012).

9) Honda XRE 300
Versatilidade e conforto. Estas são as principais características da moto que é a nona mais vendida do Brasil. Com exatas 28.914 unidades emplacadas em 2010, a XRE 300 uma trail que também pode ser usada no dia a dia, como também em divertidas viagens de final de semana. Com design aventureiro, a moto oferece como diferencial uma versão equipada com sistema de freios ABS. Na parte mecânica, motor monocilíndrico de 291,6 cm3, DOHC (Double Over Head Camshaft), quatro tempos, arrefecido a ar e com radiador de óleo, que, em combinação com a injeção eletrônica PGM-FI. O propulsor desenvolve potência máxima de 26,1 cv a 7.500 rpm e torque de 2,81 kgf.m a 6.000 rpm. Preço público sugerido à partir de R$ 12.890,00.

10) Suzuki Yes 125
Com 27.621 unidades emplacadas em 2010, a Suzuki Yes 125 é a décima colocada entre os modelos mais vendidos do País. De origem chinesa, o modelo street de baixa cilindrada da Suzuki traz partida elétrica, freio a disco na roda dianteira e rodas de liga leve. Na parte mecânica, muita simplicidade: motor monocilindro de quatro tempos, duas válvulas, OHC (comando simples no cabeçote), refrigerado a ar e câmbio com cinco velocidades . A Yes 125 é vendida nas cores azul, prata, preta, vermelha e amarela, com preço sugerido a partir de R$ 5.758,00.

Radical-X – Fonte: Infomoto – Texto: Aldo Tizzani – Fotos: divulgação

16
fev
11

Honda anuncia novidades e estratégias para temporada 2011

Honda anuncia novidades e estratégias para temporada 2011 de motocross e motovelocidade

Equipe Honda conta com 29 pilotos para temporada 2011 Crédito: Luiz Pires/VIPCOMM

Empresa terá equipe no Mundial de Motocross e desenvolve projeto para crianças

São Paulo (SP)- A Honda apresentou na noite desta terça-feira (15), em São Paulo, as novidades e estratégias de competições para a temporada 2011. O evento, realizado na sede da empresa no bairro de Santo Amaro, reuniu mais de 200 convidados entre pilotos, patrocinadores, parceiros e jornalistas. Além das competições nacionais, a Honda apresenta uma ação inédita para 2011: o projeto internacional Honda Racing Brazil, que levará um piloto brasileiro para participar das 15 etapas do Mundial de Motocross.

A Equipe Honda 2011 contará com 29 pilotos, sendo seis oficiais e 23 satélites. A base é a mesma do ano passado e terá na linha de frente do motocross nomes como João Paulino “Marronzinho”, Leandro Silva, Wellington Garcia, Swian Zanoni e Jean Ramos. Dário Júlio é o piloto oficial nas provas de enduro de regularidade e rali. Juntos, esses competidores somam mais de 80 títulos nacionais e regionais.

Neste ano, a Honda apoiará, com empréstimos de motocicletas e fornecimento de peças de reposição, sete equipes satélites: Dunas Team, Circuit Team, LS Racing, Mira Racing, Mastter Racing, Itamaracá Fox, IMS Racing e o piloto independente na categoria Master do enduro de Regularidade, Sandro Hoffmann.

Equipe Honda, no Latino-Americano Crédito: Bruno Spada/VIPCOMM

O piloto Swian Zanoni, atual campeão da Superliga Brasil de Motocross, na categoria MX2, e do Arena Cross, na Pró, foi o escolhido para representar a equipe no Mundial. Ainda em recuperação de lesão na perna, Swian terá Wellington Garcia como piloto reserva.

“Nosso objetivo é oferecer um projeto de desenvolvimento para pilotos, com uma infraestrutura de apoio nos padrões mundiais. É a oportunidade dos competidores brasileiros participarem de provas internacionais”, explica Wilson Yasuda, assessor de competições da Honda.

A Honda também confirmou mais uma vez o patrocínio nas competições promovidas pela Romagnolli Promoções e Eventos, como o Arena Cross, a Superliga Brasil de Motocross e a categoria 600 Hornet do Racing Festival. A novidade na motovelocidade é a inclusão de uma nova classe: a CB 300R.

“A intenção da Honda é evoluir e promover em todas as esferas esses campeonatos. Teremos um aumento de 50% na premiação da Superliga e a transmissão do evento em canal aberto, pela TV Band. Em relação ao Arena Cross, será realizada uma super etapa em São Paulo e no Racing Festival, estamos abrindo as portas à novos participantes”, destaca José Luiz Terwak, gerente do CETH de Indaiatuba.

A Honda apoia ainda a Copa São Paulo de Motocross e desenvolve um projeto em parceria com a Extreme Racing para a criação da categoria CRF 50F. “A ideia é reunir crianças de cinco a oito anos com objetivo de formar novos pilotos e incentivar o esporte”, completa Terwak.

Roberto Akiyama, diretor comercial da montadora, falou sobre os 40 anos da empresa no Brasil, o projeto Harmonia no Trânsito, e os trabalhos realizado nos CETH (Centros Educacionais de Trânsito) de Indaiatuba (SP) e Recife (PE) e em mais de 70 concessionários da marca, que visa à educação dos motociclistas.

“Vamos manter em 2011 a contribuição ao esporte com motos, tendo como objetivo o desenvolvimento constante de novos talentos brasileiros”, destaca Akiyama.

A Equipe Honda tem apoio da Mobil, Pirelli, Oakley, ASW, Riffel, Showa, DID, Polisport, Orbital, NGK e Protaper.

Confira a lista da Equipe Honda 2011:

Equipe Oficial

João Paulino “Marronzinho” – MX1
Wellington Garcia – MX1
Leandro Silva – MX1
Swian Zanoni – MX2
Jean Ramos – MX2
Dário Júlio – Enduro de Regularidade e Rali

Equipes Satélites

Dunas Team
Roberto Castro – MX1
Rafael Faria – MX2
Endrews Armstrong – MX2
Pedro Bueno – MXJr.

Circuit Team
Anderson Cidade – MX1
Rodrigo Rodrigues – MX2

LS Racing
Gabriel Gentil – MX1
Leonardo Lizott – MX2
Humberto Martin – MX2
Gabriel Carbonera – MXJr.

Mira Racing
Gustavo Amaral – MX1
Anderson Amaral – MX2
Kaio Miranda – MXJr.

Mastter Racing
Hugo Amaral – MX2
Diego Henning – MXJr.

Itamaracá Fox
Roosevelt Assunção – MX1
Hector Assunção – MX2
Gustavo Pessoa – MXJr.

IMS Racing
Rafael Zenni – MX2
Sthefany Serrão – MXJr.
Thiago Formehl – MXJr.
Cristiano Lopes – MX3

Independente

Sandro Hoffmann – Master de Enduro de Regularidade

Fonte: VIPCOMM – agência oficial da Honda/ Racing

 

26
jan
11

CONCESSIONÁRIA HONDA: MOTOSMAR AGORA É ANTARES MOTOS

MOTOSMAR AGORA É ANTARES MOTOS – CONCESSIONÁRIA HONDA

Loja na Av. Dulce Sarmento - breve nova fachada.

33 anos de história com credibilidade, confiança, eficiência e paixão pelo motociclismo fizeram da concessionária uma das maiores do País. Agora com novo nome, novo proprietário e novo diretor, o que muda na empresa?

A Motosmar, Concessionária Honda na região, agora é Antares Motos/Motosmar. A empresa iniciou suas atividades em 1978, operando em Montes Claros, no Norte de Minas, e posteriormente implantou suas filiais em cidades vizinhas. Em 33 anos de história, os negócios cresceram aceleradamente acompanhando a expansão da marca e das vendas de motocicletas Honda no Brasil. Em virtude deste crescimento, a empresa conquistou a preferência dos norte-mineiros e tem a invejável parcela de 84% do mercado de motos na área de atuação, o que a torna proporcionalmente uma das maiores revendas da marca no País.

A Motosmar foi fundada por Osmar Borborema. Sua história e a da empresa se confundem quando se trata da paixão pelo motociclismo. Osmar, que sempre gostou de motos, foi um dos pioneiros a se aventurar no esporte sobre duas rodas na região – o primeiro piloto com uma moto genuinamente de competição. Sua preferência era pelo Motocross, mas arriscava fazer algumas manobras em motos esportivas que são comentadas até hoje.

No ano passado (2010) o forte grupo Antares, de Montes Claros, que tem como proprietário Gilson Caldeira, adquiriu a empresa e agora a Motosmar passa a se chamar Antares Motos. Mas o que muda na empresa com o novo proprietário?

Equipe de vendas é um dos pontos fortes, segundo a diretoria.

Segundo o diretor comercial Cristiano Dumont, além do nome, mudanças serão feitas, mas todas com o objetivo de atender melhor o consumidor – cada vez mais exigente. “O fato de a empresa ser considerada uma grande revenda, se deve pelo comprometimento da equipe de vendas, pela competência e capacitação dos funcionários, por isso todos os 150 colaboradores foram mantidos”, disse Cristiano.

Buscando ampliar seu mercado e atender cada vez mais um número maior de clientes, o diretor da Antares Motos afirma que, além de manter a linha de trabalho, irá inovar com ofertas de novos produtos, mais rapidez, eficiência e melhores condições de créditos, buscando a satisfação completa do consumidor com a mesma credibilidade que a empresa teve ao longo dos 33 anos.

Devido à paixão do antigo proprietário ao motociclismo, a marca da empresa sempre teve presente nos eventos que envolvem motos na região – e isso foi motivo de orgulho para organizadores, atletas e desportistas.

Questionado se a empresa continuará a apoiar os eventos, o diretor respondeu que sim! Ele disse que os eventos do motociclismo são de relação natural com a empresa e, logo estará presente em alguns eventos do esporte nas áreas de atuação da concessionária. Ele ainda confessou que sempre teve certo fascínio por esportes motorizados, embora tenha atuado no ramo de automóveis por 17 anos, os esportes que envolvem motos e quadriciclos chamavam sua atenção por ter mais emoção.

Para nós ligados ao motociclismo, formadores de opinião e também clientes/consumidores, devemos desejar a Antares Motos/Honda: muito sucesso, bons negócios; que a empresa continue no ritmo de crescimento e valorizando os mesmos conceitos que a tornaram uma das maiores do Brasil. A história da empresa e do Osmar Borborema com o esporte nestes 33 anos jamais será esquecida. Uma nova história começa agora, esperamos que seja como sempre foi: respeitando e valorizando o motociclista e o motociclismo.

Por: Tico Cordeiro – fotos: arquivo Radical-X


07
jan
11

Comparativo: Yamaha XTZ 250 Ténéré e Honda XRE 300

Yamaha XTZ 250 Ténéré e Honda XRE 300: Aventura em média cilindrada

Para quem está pensando comprar uma motocicleta para fazer suas “aventuras ” ou mesmo para o dia-a-dia e está na dúvida entre um modelo e outro, ou uma marca ou outra. A Radical-X Fez uma pesquisa e encontrou um excelente comparativo entre a Honda XRE 300 e a recentemente lançada, Yamaha XTZ 250 – Ténéré.

O lançamento da Yamaha é uma concorrente a altura da Honda XRE 300? Compare, decida e seja feliz com sua moto nova!

Não fosse pela capacidade cúbica de seus motores – entre 250 cm³ e 300 cm³ –Yamaha XTZ 250 Ténéré e Honda XRE 300 bem que poderiam ser excelentes aventureiras. Têm tanques de combustível com capacidade acima da média. Bancos largos, proteção aerodinâmica e suspensões de longo curso. Mas os dois modelos são a primeira opção – principalmente no quesito “preço” – para o motociclista brasileiro que busca uma moto versátil, seja para uso no dia-a-dia ou em viagens.

Lançada em junho de 2009, a Honda XRE 300 praticamente inaugurou no Brasil o segmento de motos trails de baixa capacidade cúbica com vocação mais “aventureira”. Substituiu a XR 250 Tornado não apenas com um motor maior, mas também com mais conforto e autonomia.

Modelo é uma versão mais sofisticada da Lander.

Para enfrentar a XRE 300, a Yamaha apresentou recentemente a XTZ 250 Ténéré que, apesar de anunciada como um novo modelo, se trata de uma versão mais sofisticada da Lander. O motor de 250cc é fixado de forma diferente no mesmo quadro de berço semiduplo, porém com conjunto de suspensão recalibrado – o amortecedor traseiro ganhou reservatório de gás e nova regulagem; e o garfo dianteiro tem menor curso. Mas a principal mudança fica mesmo por conta do tanque de maior capacidade (16 litros contra 11 na Lander) e o banco mais largo e em dois níveis. Tudo para atender ao motociclista que quer uma moto para viajar.

Desempenho e consumo

Apesar da menor capacidade, o desempenho do motor Yamaha monocilíndrico de 249 cm³, comando simples no cabeçote, e refrigeração mista (ar e óleo) tem praticamente o mesmo desempenho do propulsor de 291 cm³ da Honda. Os números de potência declarados (26,1 cv na XRE 300 e 21 cv na Ténéré 250) fazem que creia que a trail da Honda teria melhor desempenho, mas na prática as duas mantêm velocidades finais semelhantes: por volta dos 135 km/h no velocímetro.

A diferença mais sensível é mesmo em arrancadas, quando o maior torque (2,81 kgf.m) e as relações primárias e secundárias da XRE 300 fazem a Honda largar na frente da Yamaha (2,10 kgf.m). Mas a diferença não chega a ser determinante na hora de optar entre as duas.

Mais importante é o consumo e a autonomia. O consumo de ambas é bem semelhante: a XRE 300 (versão com ABS, utilizada no comparativo) roda em média 28 km/litro, já a Ténéré faz 28,5 km/litro. Claro que depende do estilo de pilotagem, peso do piloto e bagagem, vento contra, entre outros fatores.

Com seu tanque para 16 litros, a Ténéré leva vantagem no quesito autonomia: poderia rodar mais de 450 km sem abastecer. Já o reservatório da XRE 300 tem somente 12,4 litros, resultando em cerca de 340 km de autonomia.

Ciclística

As duas trails têm quadros berço semi-duplo em aço, suspensões de longo curso e vocação mais on do que off-road. As suspensões de ambas enfrentam obstáculos sem grandes problemas, porém nota-se mais rigidez na Yamaha do que na Honda. A Ténéré é mais estável no asfalto, enquanto a XRE 300 parece absorver melhor as imperfeições de estradas de terra. Ambas encaram uma estrada de terra com desenvoltura, mas passam longe de trilhas mais pesadas. E nem é essa a proposta.

No quesito freios, a XRE 300 leva vantagem.

No quesito freios, a XRE 300 leva larga vantagem, ainda mais na versão com ABS. A trail Honda tem uma resposta instantânea. Já a Yamaha, apesar da nova malha interna em cobre, uma melhoria em relação a Lander, ainda tem um freio um pouco mais “lento”, comumente chamado de borrachudo.

Outra diferença entre elas são as rodas e pneus. Enquanto a XRE 300 tem aros de alumínio pintados em preto, a Ténéré traz aros de aço. Já os pneus Metzeler Enduro 3 da XRE são mais off-road e fazem muito barulho no asfalto. Por outro lado, os pneus Pirelli Scorpion MT 90 da Yamaha são de uso misto também, porém com mais vocação para uso em estrada. Fazem menos ruídos em altas velocidades e transmitem mais segurança no asfalto.

Conforto e equipamentos

Tanto XRE 300 como Ténéré 250 foram projetadas também para encarar viagens e proporcionam conforto ao motociclista. Ambos os assentos são largos, em dois níveis e confortáveis. Na Yamaha a espuma tem maior densidade e, na minha opinião, melhor encaixe para o piloto do que na Honda. Outro item que dá vantagem para a Ténéré é o grande parabrisa que ajuda a desviar o vento e aumentar o conforto, principalmente na estrada.

O que não significa que a XRE 300 seja desconfortável. Pelo contrário. O macio banco da Honda foi elogiado pelo outro motociclista neste comparativo. E a posição de pilotagem também é excelente. Mas a pequena bolha da XRE não é tão eficaz quanto a da Ténéré.

Por outro lado, a XRE 300 traz de série um item prático para viagens. Seja para amarrar bagagem ou instalar um baú, a trail da Honda conta com um belo bagageiro. Para a Ténéré o item será vendido como acessório.

Ambas oferecem conforto e praticidade.

Entretanto, analisando outros equipamentos, como painel e os comandos, a Ténéré leva vantagem. Seu painel é mais moderno – conta-giros de leitura analógica e velocímetro digital – e de fácil leitura. O painel da XRE também é atual, porém o tacômetro digital é de difícil visualização, principalmente sob o sol. Nos comandos, outro ponto para a Yamaha que traz lampejador de farol alto, ausente no modelo Honda.

Bolso

Os desenhos dos dois modelos são atuais e de bom gosto, porém alguns torcem o nariz para o desenho da XRE 300 e outros criticam a traseira minimalista da Ténéré 250. Fica a gosto do cliente. Se deixarmos de lado o design, já que se trata de um quesito muito pessoal, os dois modelos atendem à proposta de ser uma moto de média capacidade cúbica para uso misto em cidade e estradas.

Porém um item pesa bastante na hora de escolher entre Honda XRE 300 e Yamaha XTZ 250 Ténéré: o bolso do consumidor. Enquanto a nova Ténéré tem preço médio de R$ 13.350, a XRE 300 com ABS é vendida a R$ 16.150 (preços médios praticados nas concessionárias de São Paulo capital). E até mesmo na versão sem ABS, a moto Honda é mais cara, custando R$ 13.500. Portanto, alguns reais a favor do modelo de 250cc da Yamaha.

Se compararmos o preço do seguro, a Ténéré ganha outras milhares de vantagens. Cotado na mesma seguradora e para o mesmo perfil de motociclista (masculino, 31 anos, residente na Grande São Paulo), o seguro para a XTZ 250 fica em R$ 2.387,00, enquanto para a XRE 300 sai R$ 6.049,56.  Ou seja, quase três vezes mais caro. No preço das peças, a disputa é bastante acirrada (veja cesta de peças).

Ténéré é uma concorrente a altura da Honda XRE 300? A resposta é sim!

Conclusão

Antes deste comparativo, a grande dúvida era: seria a recém-lançada Yamaha XTZ 250 Ténéré uma concorrente a altura da Honda XRE 300? A resposta é sim. Cumpre praticamente o mesmo papel, por um preço menor.

A Honda XRE 300, porém, tem freios melhores, rodas de alumínio e bagageiro de série. Por outro lado, a Ténéré tem tanque maior, bolha mais eficiente e pneus mais adequados à sua proposta. A escolha vai depender do seu gosto pessoal e, principalmente, do seu bolso.

CESTA DE PEÇAS
Peças originais * Honda XRE 300 / Yamaha XTZ 250 Ténéré
Kit de relação final
(coroa/corrente e pinhão) 436,00 / 590,50
Pastilha dianteira 170,76 / 123,10
Retrovisor direito 53,99 / 49,00
Filtro de óleo 30,83 / 42,20
* Preços médios em reais pesquisados nas concessionárias de são Paulo (SP)

Ficha técnica
Honda XRE 300 C-ABS
Motor monocilíndrico, quatro tempos, quatro válvulas, duplo comando no cabeçote (DOHC) e arrefecido a ar
Capacidade cúbica 291,6cc,
Potência máxima 26,1 cv a 7.500 rpm
Torque máximo 2,81 kgf.m a 6.000 rpm
Diâmetro x curso 79,0 x 59,5 mm
Alimentação Injeção eletrônica de combustível PGM-FI
Relação de compressão 9,0 : 1
Sistema de ignição Eletrônica
Partida Elétrica
Câmbio Cinco velocidades
Embreagem Multidisco em banho de óleo
Suspensão Dianteira Garfo telescópico com 245 mm de curso
Suspensão Traseira Monoamortecida, sistema Pro-Link com 225 mm de curso
Freio Dianteiro Disco simples de 256 mm de diâmetro e pinças de três pistões (C-ABS)
Freio Traseiro Disco simples de 220 mm de diâmetro e pinças de pistão simples
Pneu Dianteiro 90/90 – 21
Pneu Traseiro 120/80 – 18
Chassi Berço semiduplo
Dimensões (C x L x A) 2.171 mm x 830 mm x 1.181 mm
Altura do assento 860 mm
Altura mínima do solo 259 mm
Entre-eixos 1.417 mm
Capacidade do tanque 12,4 litros (2,3 litros de reserva)
Peso seco 151 kg
Cores Preta, vermelha e amarela metálica
Preço R$ 16.150,00 (C-ABS) (preço médio praticado nas concessionárias de São Paulo – SP)

Yamaha XTZ 250 Ténéré
Motor monocilíndrico, quatro tempos, duas válvulas, comando simples no cabeçote (OHC) e arrefecido a ar com radiador de óleo
Capacidade cúbica 249 cm³
Potência máxima 21 cv a 8.000 rpm
Torque máximo 2,10 kgf.m a 6.500 rpm
Diâmetro x curso 74 x 58 mm
Alimentação Injeção eletrônica de combustível
Relação de compressão 9,8: 1
Sistema de ignição Eletrônica
Partida Elétrica
Câmbio Cinco velocidades
Embreagem Multidisco em banho de óleo
Suspensão Dianteira Garfo telescópico com 220 mm de curso
Suspensão Traseira Monoamortecida com 240 mm de curso
Freio Dianteiro Disco simples de 245 mm de diâmetro e pinça de dois pistões
Freio Traseiro Disco simples de 203 mm de diâmetro e pinça de pistão simples
Pneu Dianteiro 80/90 – 21
Pneu Traseiro 120/80 – 18
Chassi Berço semiduplo
Dimensões (C x L x A) 2.120 mm x 830 mm x 1.370 mm
Altura do assento 865 mm
Altura mínima do solo 270 mm
Entre-eixos 1.385 mm
Capacidade do tanque 16 litros (4,8 l de reserva)
Peso seco 137 kg
Cores Branca e preta
Preço R$ 13.350 (preço médio praticado nas concessionárias de São Paulo – SP)

[Fonte: agência Infomoto – Fotos: divulgação]

22
nov
10

- SUPERLIGA BRASIL DE MOTOCROSS: decisão em Poços de Caldas/ MG

SUPERLIGA BRASIL DE MOTOCROSS – MARRONZINHO É CAMPEÃO DA MX-1.

Equipe infantil de Montes Claros competiram e levaram para casa a experiência e o prazer de participar de uma competição de nível nacional.

João Marronzinho, piloto da categoria MX1 Crédito: Maurício Arruda/VIPCOMM

 

Marronzinho, se emociona com o título - Crédito: Maurício Arruda/VIPCOMM

POÇOS DE CALDAS (MG) – Na corrida mais esperada da última etapa da Superliga Brasil de Motocross, a vitória na MX1 foi do catarinense João Paulino “Marronzinho”. O campeão foi pressionado até o fim da prova por Leandro Silva, mas conseguiu finalizar na primeira posição e ficar com o título, neste domingo (21), em Poços de Caldas (MG). “Esta conquista é resultado do trabalho desse ano inteiro. Em decisões como essa, a experiência faz a diferença entre os competidores”, afirmou Marronzinho.

 

Confira o resumo das categorias:.

MX1

Wellington Garcia saiu na frente após a largada, porém foi ultrapassado por “Marronzinho”, e em seguida por Leandro Silva, que assumiram a ponta da bateria. A briga pelo título da MX1 ficou entre os dois competidores, que abriram distância dos demais pilotos. A corrida terminou com Marronzinho no primeiro lugar, seguido de Leandro Silva e Wellington Garcia.

Swian Zanoni, piloto da categoria MX2 Crédito: Maurício Arruda/VIPCOMM

MX2
Apesar do título já decidido na MX2 – conquistado por Swian Zanoni na etapa de Canelinha (SC) -, a disputa da categoria foi emocionante. No início da corrida, Hector Assunção assumiu a ponta da prova e permaneceu na liderança até a terceira volta, quando caiu em uma curva. Em seguida, Jean Ramos passou para a primeira posição e se manteve no posto boa parte da bateria, mas nos instantes finais foi ultrapassado por Wellington Garcia, que venceu a corrida. Rafael Faria ficou com a terceira colocação. “O ano de 2010 foi complicado para mim, por causa das lesões que sofri. Mas essa conquista é resultado dos treinos que venho fazendo. Quero agradecer a minha equipe e a todos que confiaram em mim”, disse Wellington.

MXJr.
Anderson Amaral se sagrou campeão na MXJr. por uma diferença de apenas três pontos do segundo colocado na classificação, Endrews Armstrong, que competiu com o pulso direito machucado. “Trabalhei bastante neste ano, pensando no campeonato. Estou muito feliz com este resultado, mesmo tendo feito uma corrida difícil”, contou o campeão, que disparou na frente no começo da prova e se manteve na posição até o final. Leonardo Lizott chegou no segundo lugar, seguido de Kaio Miranda.

Davis Guimarães, piloto da categoria MX3 Crédito: Maurício Arruda/VIPCOMM

MX3
O paranaense Davis Guimarães conquistou o título da MX3 com a terceira colocação na bateria. “Foi um ano de muito trabalho. Estou muito feliz com esse resultado, pois é um sonho ganhar em uma competição como esta de nível nacional”, disse Davis. O catarinense Milton Becker “Chumbinho”, que venceu a prova, assumiu a liderança logo após a largada e permaneceu na posição até o final da bateria. Cristiano Lopes chegou a se aproximar do primeiro colocado, mas não conseguiu ultrapassar Chumbinho e terminou a prova no segundo lugar.

MX4
Wellington Valadares se sagrou campeão na MX4 com a segunda colocação na prova. “Fiquei vários anos afastado do motocross e voltar com a conquista de um campeonato é muito bom. Eu continuarei apoiando iniciativas como a criação da MX4”, comentou Valadares. O pernambucano Júlio Xavier chegou na primeira posição na prova. O terceiro lugar ficou com o mineiro Dário Júnior.

CRF-230
O título na CRF-230 foi para Nivaldo Viana, que chegou na segunda posição da corrida. “Essa bateria foi muito difícil. Estou muito contente com este resultado. Quero parabenizar a minha equipe e a Superliga Brasil de Motocross pela competição. Agora é só festa”, comemorou. Nivaldo saiu na frente no início da prova, mas Ismael Rojas se aproximou para entrar na briga pela liderança. Ismael conseguiu ultrapassar o ponteiro e ficou com a primeira posição. O paulista Marcelo de Souza conquistou a terceira colocação.

65cc
O paulista Djalma Brito levou o título do campeonato na 65cc. O piloto, que estava no segundo lugar desde o início da prova, cometeu um erro quando se aproximava do líder e caiu algumas posições, mas conseguiu se recuperar e retornou a segunda posição. Carlinhos Evangelista foi o vencedor da corrida e subiu ao lugar mais alto do pódio pela primeira vez no campeonato. O paranaense Daniel Reichardt conquistou a terceira posição.

Equipe de Montes Claros (Lealro Racing).

Equipe Lealro Racing: Rhuan (pai Cicero), Leandrinho (pai Leonardo) e Andrezinho (pai Deir).

Rhuanzinho (69) destacou na 65cc

Rhuam Oliveira (69), o Rhuanzinho de Montes Claros foi destaque na categoria 65cc nos treinos classificatórios, no sábado, chegou a ficar em 4° lugar. Na corrida no domingo o piloto largou bem e estava entre os cinco primeiros, mas caiu e perdeu posições. Graças a Deus, o piloto não teve nenhuma conseqüência grave, apenas deixou o pai Cícero e os companheiros de equipe assustados.

Andrezinho (96), piloto de Montes Claros da categoria 85cc, também participou pela primeira vez de uma competição de nível nacional. Correndo em uma categoria com participação de vários pilotos, ele ficou em 18° lugar. O pai do piloto infantil, Deir “Ceguinho”, considerou a participação do filho positiva, pelo fato de ter sido a primeira vez que o garoto participou de um evento deste nível.

Leandrinho (70), piloto que iniciou no Norte Mineiro de Supercross, neste ano, mostrou coragem e determinação; encarou logo no inicio de sua carreira uma competição como o Superliga BR de MX – e não fez feio! Correu na MXJR, categoria forte, que corre o campeão Anderson Amaral.

A Radical-X parabeniza os pequenos grandes pilotos pelas participações e torce para que nas próximas oportunidades eles tenham mais êxito. Valeu a experiência!

[Por: Tico Cordeiro – Fonte e fotos: Vipcomm - Fotos equipe Moc: Leonardo Rodrigues]

 

14
out
10

Honda CB 300R e a XRE 300 2011 ganharam novas cores

Linha 2011 chega com novas cores.

As Honda CB 300R e a XRE 300 2011 ganharam novas cores. A street de 300cc conta agora com a cor azul metálica, que substitui a versão prata metálica. Além disso, seus espelhos retrovisores ganharam novo design e acabamento em preto fosco. Já na trail, a cor vermelha ganhou nova tonalidade de cor metálica. A CB 300R mantém as opções de cores vermelha, preta e dourada, e a XRE 300 continua disponível nas cores preta e dourada. O preço público sugerido de ambas foi mantido: R$ 11.490,00 para a CB 300R e R$ 12.890,00 para a XRE 300, sem o sistema de freios ABS.

20
set
10

Motosmar promoveu Test Drive dos quadriciclos Honda Fourtrax 420

A Motosmar, concessionária Honda em Montes Claros e região, promoveu no último sábado, dia 18, de setembro, o Test Drive dos seus novos quadriciclos Fourtrax 420.

O piloto Rafael testou e deu instruções aos interessados.

Um grande número de pessoas passou pelo local para conhecer o modelo que pretende ser sucesso não só para o lazer, mas também para o trabalho pesado.

Confira abaixo algumas fotos:




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