Arquivo para a categoria 'motocicletas'

16
abr
12

XY 250GY, A MOTO OFF ROAD DA SHINERAY FOI TESTADA EM MONTES CLAROS

A VIVA MOTOS / SHINERAY promoveu no último sábado, 14, um teste-drive com a XY 250GY, a moto Off Road da marca. A moto foi colocada a disposição dos interessados para fazer o teste em duas pistas: Motocross e Veloterra. O evento foi um sucesso, diversos pilotos testaram e conheceram a moto que chegou como uma nova opção para competidores de categorias nacionais.

O piloto Bruno Souza testou e gostou de curvar com a moto.

“A moto é boa, gostei da altura e senti seguro para curvar. Só precisa dar uma ‘envenenada’ nela para ter uma resposta melhor. A outra nacional que tenho gastei muito pra deixar ela competitiva e esta falta pouco pra ficar no ponto”. Bruno Souza, piloto de importada e nacional.

“Eu gostei da moto, é mais alta, boa agilidade nas curvas, e parece ser mais forte que ‘as 230cc’. O ponto forte é a suspensão e o freio a disco nas duas rodas, que faz toda a diferença em relação às outras nacionais”. Gildo Junior, piloto de categoria nacional e treieiro.

“A moto como qualquer outra nacional é necessário fazer alguns ajustes para ter um desenvolvimento maior na pista, por exemplo, instalar um CDI de competição e mexer na carburação. A grande vantagem é que a suspensão é confortável e pode ser ajustada conforme o gosto ou peso do piloto.” Adriano Cupim, piloto de categoria profissional e instrutor.

Adriano Cupim colocou a moto à prova nos saltos.

Segundo o gerente da Viva Motos, Welder Luiz, a moto XY 250GY tem uma boa aceitação no nordeste brasileiro e uma equipe da cidade de Pará de Minas vem conquistando ótimos resultados nas provas de Cross Country e Motocross Nacional nas provas que participam.

A Viva Motos está localizada na Avenida João XXIII, 839 – Bairro Edgar Pereira – Montes Claros – telefone: 38 3221.0191

   

Fotos: Tico Cordeiro (clique para ampliar)

12
abr
12

Teste-Drive: Venha conhecer a Shineray XY 250GY, neste sábado em Montes Claros.

Venha conhecer a XY 250GYA a moto off road da Shineray neste sábado na pista de Motocross de Montes Claros.

A VIVA MOTOS de Montes Claros, concessionária Shineray do Brasil, colocará uma moto a disposição dos pilotos e interessados para teste-drive na pista de Motocross/ Velocross situada na estrada de acesso ao Clube do D.E.R, na saída para Bocaiuva (BR 135), antigo depósito da Belgo Mineira. A equipe da Viva Motos e Radical-X estará na pista a partir das 15:00 hs.

A  XY 250GY é uma moto sensacional, pronta para montar, acelerar e tudo para ser a moto ideal para pilotos que iniciam ou que correm em categorias nacionais das competições de Motocross, Velocross, Cross Country, Enduros ou para os praticantes de trail.

Convidamos a todos para conhecer a motocicleta off-road que foi a grande novidade no Salão Duas Rodas em 2011 e chega como uma excelente alternativa para os pilotos que disputam as competições regionais em categorias nacionais.

Atenciosamente

22
mar
12

A VIVA MOTOS / SHINERAY APRESENTA MOTO OFF ROAD EM MONTES CLAROS

A VIVA MOTOS, concessionária Shineray do Brasil, que recentemente inaugurou uma loja em Montes Claros, apresentou nesta semana uma motocicleta off-road que foi a grande novidade no Salão Duas Rodas em 2011 e chega como uma excelente alternativa para os pilotos que disputam as competições regionais do off road.

Tico Cordeiro com Welder Luiz, gerente comercial da Viva Motos. Belo Horizonte/ Montes Claros.

A motocicleta apresentada é a XY 250GY, uma moto sensacional, pronta para montar e acelerar! A Radical-X esteve presente e vários pilotos foram conferir de perto, comprovando que ela tem tudo para ser a moto ideal para quem iniciam ou que andam em categorias nacionais e intermediarias das competições de Motocross, Velocross, Cross Country, Enduros e praticantes de trail.

Moderna, leve e bonita

A XY 250GY tem um design moderno e atraente, que lembra muito a aparência de motos de competição importadas. Os grafismos são bem elaborados e o visual é imponente, tudo que um piloto procura em uma motocicleta para disputar uma competição off Road, com baixo custo de manutenção, boa potência e melhor custo beneficio.

Outro fator que agradou os observadores é com relação a altura do assento ao solo, que é de 960 mm e a área livre do solo de 320 mm, desta forma os pilotos terão mais facilidade e segurança para passar por cima dos obstáculos, seja em pista ou em trilhas. Além da altura, as medidas de comprimento, 2.184 mm, largura de 832 mm, altura total de 1.259 mm, reforça sua característica de moto para competição. A partida é elétrica.

Bruno Souza, gostou da altura e acredita que a moto é mais apropriada para competições em pista.

“Eu não consegui me adaptar com as motos nacionais disponíveis no mercado devido à altura, são mais apropriadas para trilhas, não para competição. Já esta moto me agradou na altura, na ciclística e tudo. Quero testar ela na pista pra saber se ela tem uma boa resposta” Bruno Souza, revelação do Supercross 2011.

Com toda a sua imponência e visual, a moto além de tudo é muito leve, com peso (seco) de somente 125 Kg, marca excepcional obtida pelo emprego de materiais especiais como alumínio, por exemplo em toda a balança, e polímeros na carenagem e em outros componentes. A moto é funcional, tem o que é necessário e de melhor para ser líder nas pistas.

Motor de 250cc e muito empuxo

A motorização fica a cargo de um motor monocilíndrico de 250,2 cc quatro tempos, refrigerado por líquido, com ignição por CDI que é capaz de entregar a potência de 24,5 HP a 9.000 rpm.

A capacidade de tração e empuxo é garantida por uma transmissão secundária (coroa) com grande diâmetro dotada de tensionador auto-ajustável.

O conjunto de boa potência, leve peso e grande capacidade de tracionamento por si só já garantiriam uma excelente performance.

Ronan Rúbio e Lucas Gabriel, com seu pai Adim Braz também foram conferir de perto a moto da Shineray.

“Eu gostei da Suspensão dianteira/traseira e do visual da moto, a vantagem é que não precisa preparar, já está no ponto de andar, além disso é muito bonita” Ronan Rúbio, campeão norte-mineiro de Velocross 2011.

“Se tratando de uma moto nacional ela tem grande vantagem com relação as outras, a Suspensão, a altura, os freios a disco dianteiro/trazeiro e a refrigeração liquida, que permite um desenvolvimento melhor da moto” Lucas Gabriel – Piloto Campeão da Copa Brasil de Supercross 2011.

Suspensão totalmente ajustável

A moto da Shineray incorpora uma suspensão totalmente ajustável pelo simples sistema de “clicks”.

O garfo dianteiro tem chaves seletoras que permitem o ajuste de compressão e retorno de cada um dos braços. A mola traseira tem pré-carga da pressão do gás também ajustável por chave seletora de “clicks”.

Estes recursos permitem a um piloto de boa sensibilidade chegar ao melhor ajuste possível, de acordo com o seu estilo de pilotagem e condições da pista.

Considerando as qualidades já apresentadas de leveza, boa potência e tracionamento com uma suspensão totalmente adaptável o que se vê é que a XY 250GY é altamente manobrável e, por consequência,competitiva.

Ellis Chamone, campeão do Circuito Inter TV de Supercross de 2008 também deu sua opinião sobre a moto e revelou que pretende voltar às competições neste ano.

“A moto é uma boa opção para quem quer competir nas pistas ou fazer as trilhas de finais de semana. A vantagem é que ela não é cara, tem um custo de manutenção mais em conta e já vem completa, com tudo que uma moto off road precisa. Quero fazer um teste drive pra ver ela na pista, eu penso em voltar às competições, a saudade é grande!” Ellis Chamone, campeão do Circuito Inter TV de Supercross 2008 e mecânico/proprietário da Moto Chamone.

Freio superior
A nova moto da Shineray conta com um sistema de freios super dimensionado. Na dianteira, o disco é lobulado e ainda conta com uma capa protetora, sendo que a pinça tem dois pistões. Na traseira, onde as motos de outras marcas ainda usam tambor, o freio também conta com disco de pinça de um pistão.

A moto da Shineray XY 250GY reúne todos estes atributos superiores, que costumam ser encontrados somente em motos importadas, mas será comercializada por um preço acessível, equivalente as motos nacionais no mercado. A marca oferece garantia de um (1) ano e duas revisões grátis neste período.

A Viva Motos/ Shineray está localizada na Avenida João XXIII, 839 – Bairro Edgar Pereira – Montes Claros. Telefone: 38 3221-0191

  

Por: Tico Cordeiro/ Radical-X – Fonte/ informações técnicas: Shineray do Brasil

(clique na foto para ampliar/ salvar)

CONFIRA UM DOS VÍDEOS QUE A EQUIPE DE PILOTOS DO PARA DE MINAS CORREM COM A SHINERAY XY 250GY  EM UMA COMPETIÇÃO NO ESTADO DE MINAS.

 

13
fev
12

SHINERAY INAUGURA LOJA EM MONTES CLAROS – MINAS GERAIS.

SHINERAY / VIVA MOTOS INAUGURA LOJA EM MONTES CLAROS, NORTE DE MINAS.

Inauguração de uma ampla loja localizada na Av. João XXIII, com atendimento e oficina especializada.

Após seis anos de atividade no Brasil, a Shineray enfim chegou ao Norte de Minas. A VIVA MOTOS, que já tem lojas nas principais cidades de Minas, incluindo a capital, inaugurou a primeira revenda da marca chinesa de motocicletas na região no último sábado (11/02), em Montes Claros. A inauguração da loja foi bastante movimentada, contou com a presença de pessoas do meio motociclístico, imprensa e diversas pessoas que foram conhecer os produtos da marca.

A linha de motocicletas da fabricante conta com mais de 12 produtos com cilindradas variando de 50 a 250cc. Além de motos dos modelos: street’s, motonetas, esportivas e on-off road, a marca oferece ainda veículos de carga, triciclos e quadriciclos.

“A Viva Motos chega em Montes Claros com uma marca forte, que está conquistando o mercado brasileiro. Nossa linha de produtos atende o motociclista que procura uma moto para o passeio, diversão ou trabalho. São veículos confiáveis de baixo custo de manutenção, além de um design bonito com diversas opções de modelos e cores”, afirma Alvaro Moisakis, empresário da Viva Motos.

Segundo um dos responsáveis pela Shineray no Brasil, Abenildo Galindo, gerente comercial nacional, a marca já está presente com concessionárias operantes em quase todo território nacional. “Hoje, a Shineray ocupa posição de destaque em vendas de motocicletas no país. O sucesso nas vendas e nos negócios é devido às parcerias com grandes empresários do ramo que querem oferecer ao consumidor um produto altamente confiável e de design nunca visto no mercado brasileiro”, ressalta.

Alvaro Moisakis e Abenildo Galindo (à direta) com Tico Cordeiro da Radical-X.

A VIVA MOTOS está localizada na Avenida João XXIII, próximo ao Hospital Haroldo Tourinho, Bairro Edgar Pereira, Montes Claros – MG. Tel.: 38 3221-0191

Por: Tico Cordeiro / Radical-X acontece

28
nov
11

Lançamento: CRF 250L para o Salão de Tóquio

Mistura on-road e off-road é aposta da Honda; sem especificar muitos detalhes técnicos, a marca divulgou produção em série e a CB 250R como base para a nova moto

O Salão de Tóquio, que ocorre entre os dias 3 e 11 de dezembro, no Japão, costuma receber o que há de mais novo no mundo das motos. Para seguir a regra, a Honda antecipou o que mostrará ‘’em casa’’ e apresentou a nova CRF 250L.

Misturando on-road e off-road, a marca japonesa não especificou detalhes sobre a moto, mas adiantou que ela será produzida em série. Como base para este modelo, a Honda utilizará a CB 250R, uma pequena esportiva, que chega ao Brasil em 2012. Desenvolvida para uso diário e diversão em off-road, a CRF 250L conta um motor monocilíndrico de 249,6 cm³ e refrigeração líquida.

[Por:Motociclismo Online]

22
set
11

SALÃO DUAS RODAS ANHEMBI 2011- Está chegando o dia!

SALÃO DUAS RODAS ANHEMBI 2011 – UM DOS EVENTOS MAIS ESPERADO PELOS MOTOCICLISTAS TERÁ EXCURSÃO COM SAÍDA DE MONTES CLAROS/ MG.

Está chegando a hora de um dos eventos mais aguardados pelos motociclistas e amantes das duas rodas de todo o Brasil. No início de outubro, de 4 a 9, acontece no Anhembi, em São Paulo mais uma edição do Salão das Duas Rodas.

Excursão com Ônibus confortável e hotel incluso sairá de Montes Claros pra o evento.

E este ano, além dos vários expositores, o Salão está com várias atrações. Desde a presença de modelos famosas já confirmadas como as Panicats, a apresentadora Sabrina Sato, as modelos Tatiana Andrade, Fernanda Passos e Sabrina Soares (capa da revista SEXY de outubro 2011), até pilotos famosos e consagrados como Felipe Zanol, Juca Bala, Gene Fireball, Danilo Andric, Alexandre Barros, e a presença de pilotos e equipes do Rally Dakar.

A organização do evento também está preparando váras atrações durante todos os dias da feira como apresentações de Trial, Simulador de Moto Trial, Simulador – Moto Giro 360, Cine Bike, apresentação dos Cobras Moto Show, Equipe Força & Ação, Jorge Negretti Motocross Show.

E para levantar a galera acontece a 4ª Etapa do Arena Cross na Área Externa – Arena Anhembi, com a presença dos melhores pilotos do Brasil.

EXCURSÃO: Para os apaixonados pelas duas rodas do norte de Minas, haverá uma excursão saindo de Montes Claros com destino ao salão. Vagas limitadas!

A sairá no dia 7 de outubro as 18 horas (em Ônibus com Ar Condicionado, frigobar, TV, etc) e já inclusos as diárias de hotel em São Paulo. Confiram informações no cartaz (clique para ampliar) ou ligue: Ellis Chamone (38) 9128.7100 / Dim (38) 9965.0806

27
jul
11

27 de Julho dia do Motociclista – Parabéns a todos!

18
fev
11

Top 10: As motos mais vendidas do Brasil

Top 10: Confiram quais são as 10 motocicletas mais vendidas do Brasil

Honda tem sete das dez motos mais vendidas do Brasil

A primeira motocicleta montada no Brasil foi a pequena Yamaha RD 50, equipada com motor dois tempos de 50cm3. Isso em 1974. A linha de montagem da marca dos três diapasões ficava em Guarulhos, na Grande São Paulo. Em 1976, a produção da Yamaha foi transferida para a Zona Franca de Manaus (AM), no estado do Amazonas. Hoje, toda a produção nacional de motocicletas é feita em Manaus (PIM). Em 2010 foram montadas 1.830.000 unidades e pouco mais de 1.804.000 motos novas foram emplacadas. Assim, o Brasil é o quarto maior produtor de motos do mundo.
Só perde para a China, Índia e Indonésia. Fica à frente de Tailândia, Japão e Estados Unidos. Os modelos de até 250 cm3 de capacidade dominam o cenário, com 92% do mercado. Detalhe: das dez motos mais vendidas, sete são Honda. A marca líder detém 77,56% do market share do mercado nacional de duas rodas. Confira abaixo os 10 modelos mais vendidos:.

Honda CG125 é a campeã em vendas.

1) Honda CG 125
Desde o início de sua produção no País, a Honda já fabricou mais de 15 milhões de unidades. Seu best-seller é a CG 125. Hoje, a marca comercializa duas versões de sua campeã de vendas: CG 125 Fan e a CG 125 Cargo, ambas carburadas. No final de 2010 foram emplacadas quase 413 mil unidades do modelo que é sinônimo de resistência, durabilidade, manutenção simples e facilidade de condução. Por isso é um produto é bastante requisitado pelos frotistas. Ambas estão equipadas com motor monocilíndrico de 124,77 cm3, OHC (Over Head Camshaft), quatro tempos, arrefecido a ar, que gera potência máxima de 11,6 cv. A CG 125 é o veículo mais vendido do Brasil. Preço sugerido a partir de R$ 5.190,00.

2) Honda CG Titan 150
A família Titan é uma unanimidade entre os motociclistas. Robustez e fácil manutenção são seus principais atributos. Ano passado foram vendidas 409.793 unidades. Em janeiro a multinacional japonesa apresentou a CG 150 Titan com injeção eletrônica e uma nova carenagem de farol. Com a mudança estética, o modelo 2011 da CG 150 Titan lembra muito a CB 300R e se alinha com a identidade visual das nakeds de maior capacidade cúbica da marca. Agora todas as versões da Titan 150 estarão disponíveis com freio a disco na dianteira e partida elétrica de série. Equipada com motor de um cilindro, 149 cm³ de capacidade, comando simples no cabeçote (OHC) e refrigerado a ar, a CG Titan é vendida somente na versão “Mix”, agora rebatizada de sistema “Flex” pela Honda. Assim, o motociclista pode abastecer com etanol e/ou gasolina, em qualquer proporção. Preço sugerido a partir de R$ 6.324,00.

Honda Biz 125 ocupa o terceiro lugar no ranking.

3) Honda Biz 125
Desde a sua apresentação em 2005, a Honda Biz 125 já acumulou mais de 1 milhão de unidades vendidas. Só em 2010, 189.142 CUBs da Honda foram emplacadas. É o terceiro modelo mais vendido do Brasil e que, aliás, tem uma grande aceitação entre o público feminino. A motoneta, em sua versão 2011, chegou às concessionárias totalmente renovada. Chassi e carenagem receberam alterações em 95% de seus componentes. O motor ganhou balancins roletados no cabeçote. Outro diferencial é que a nova Biz agora é Flex, permitindo a utilização de gasolina ou etanol em qualquer proporção. Fácil de pilotar e ágil no trânsito dos grandes centros urbanos, a Biz está equipada com propulsor OHC (comando simples no cabeçote), quatro tempos, arrefecido a ar, de 124,9 cm3. Preço sugerido a partir de R$ 5.297,00.

4) Honda NXR 150 Bros
Fácil pilotagem, versatilidade e conforto. Estas são as principais qualidades da NXR 150 Bros, trail da Honda de 150 cm3 de capacidade que ocupa a quarta posição entre as motos mais vendidas do País. Ao longo de 2010 foram comercializadas 183.819 unidades. Boa opção para rodar na cidade ou em áreas rurais, a Honda Bros 150 está equipada com motor OHC (Over Head Camshaft), de 149,2 cm3, quatro tempos, alimentado por sistema de injeção eletrônica de combustível. Além disso, o sistema é dotado de tecnologia Mix Fuel Injection, que permite a motocicleta rodar com gasolina ou etanol (álcool) em qualquer proporção. A NXR 150 Bros foi primeira on-off road do mundo a utilizar tecnologia bicombustível. Preço sugerido a partir de R$ 7.890,00

A Yamaha YBR Factor 125 aparece em 5º lugar

5) Yamaha YBR Factor 125
“Carro-chefe” da Yamaha e quinta moto mais vendida, a Yamaha YBR Factor 125 teve um bom desempenho em 2010. No total foram comercializadas 122.208 unidades. A versão 2011 do modelo street voltado ao “trabalho” adotou novo grafismo e componentes, como os suportes e aro do farol cromado que passaram a receber a pintura preto fosco, enquanto o guidão teve a cor prata. Também as tampas laterais em todas as versões (K, E e ED), são agora na cor preta “Matt Black” – mesma da superesportiva YZF-R1. O motor é um monocilíndrico, quatro tempos, OHC (Over Head Camshaft), arrefecido a ar, de 124 cm3, que desenvolve 11,2 cv. Infelizmente ainda é alimentado por carburador. Preço sugerido a partir de R$ 5.700,00.

6) Honda CB 300R
O design arrojado é o principal argumento de vendas da Honda CB 300R. No melhor estilo “street fighter”, esta mini-naked conta com conjunto frontal com formas aerodinâmicas e marcante identidade visual, que lembra os modelos de maior capacidade cúbica da marca. Em 2010 foram emplacadas 79.660 unidades da “CBzinha”. Com este volume, o modelo ocupa a sexta posição entre as mais vendidas. A moto está equipada com motor monocilíndrico de 291,6 cm3, DOHC (Double Over Head Camshaft), com duplo comando de válvula no cabeçote, quatro tempos, com quatro válvulas, radiador de óleo e dotado de injeção eletrônica PGM-FI. Moto para dupla jornada (cidade e estrada), a CB 300R desenvolve uma potência máxima de 26,53 cv. Há ainda uma versão equipada com sistema de freios ABS. O preço público sugerido a partir R$ 11.490,00.

7) Honda Pop 100
Econômica, versátil, confortável e fácil de pilotar, a Pop 100 é a sétima moto mais vendida no Brasil com um total de 61.723 unidades emplacadas em 2010. O modelo pode ser utilizado como meio de transporte ou instrumento de trabalho. A Pop usa o compacto motor monocilíndrico OHC (Over Head Camshaft), quatro tempos. Com 97,1 cm3, o propulsor alcança potência máxima de 6,17 cv. O modelo tem ainda transmissão de quatro velocidades e embreagem do tipo multidisco em banho de óleo. O preço público sugerido é de R$ 3.990,00.

A Fazer 250 é a oitava moto mais vendida

8) Yamaha Fazer YS 250
No início de 2010, a Fazer 250 passou por uma grande mudança estética. A moto ficou mais bonita, com um desenho mais agressivo e moderno perante o olhar do motociclista. Além disso, sua excelente ciclística foi preservada. Em função desta atitude, a Yamaha vem colhendo bons resultados de vendas. A Fazer 250 é a oitava moto mais vendida no País. Ano passado foram emplacadas quase 33 mil unidades desta mini naked. O modelo conta com motor de 21 cv de potência equipado com sistema de injeção eletrônica, pistão forjado, cilindro com revestimento cerâmico, além de freio a disco também na roda traseira. O resultado é fácil dirigibilidade e baixo consumo de combustível. O preço sugerido é de R$ 11.250,00 (já na versão 2012).

9) Honda XRE 300
Versatilidade e conforto. Estas são as principais características da moto que é a nona mais vendida do Brasil. Com exatas 28.914 unidades emplacadas em 2010, a XRE 300 uma trail que também pode ser usada no dia a dia, como também em divertidas viagens de final de semana. Com design aventureiro, a moto oferece como diferencial uma versão equipada com sistema de freios ABS. Na parte mecânica, motor monocilíndrico de 291,6 cm3, DOHC (Double Over Head Camshaft), quatro tempos, arrefecido a ar e com radiador de óleo, que, em combinação com a injeção eletrônica PGM-FI. O propulsor desenvolve potência máxima de 26,1 cv a 7.500 rpm e torque de 2,81 kgf.m a 6.000 rpm. Preço público sugerido à partir de R$ 12.890,00.

10) Suzuki Yes 125
Com 27.621 unidades emplacadas em 2010, a Suzuki Yes 125 é a décima colocada entre os modelos mais vendidos do País. De origem chinesa, o modelo street de baixa cilindrada da Suzuki traz partida elétrica, freio a disco na roda dianteira e rodas de liga leve. Na parte mecânica, muita simplicidade: motor monocilindro de quatro tempos, duas válvulas, OHC (comando simples no cabeçote), refrigerado a ar e câmbio com cinco velocidades . A Yes 125 é vendida nas cores azul, prata, preta, vermelha e amarela, com preço sugerido a partir de R$ 5.758,00.

Radical-X – Fonte: Infomoto – Texto: Aldo Tizzani – Fotos: divulgação

26
jan
11

CONCESSIONÁRIA HONDA: MOTOSMAR AGORA É ANTARES MOTOS

MOTOSMAR AGORA É ANTARES MOTOS – CONCESSIONÁRIA HONDA

Loja na Av. Dulce Sarmento - breve nova fachada.

33 anos de história com credibilidade, confiança, eficiência e paixão pelo motociclismo fizeram da concessionária uma das maiores do País. Agora com novo nome, novo proprietário e novo diretor, o que muda na empresa?

A Motosmar, Concessionária Honda na região, agora é Antares Motos/Motosmar. A empresa iniciou suas atividades em 1978, operando em Montes Claros, no Norte de Minas, e posteriormente implantou suas filiais em cidades vizinhas. Em 33 anos de história, os negócios cresceram aceleradamente acompanhando a expansão da marca e das vendas de motocicletas Honda no Brasil. Em virtude deste crescimento, a empresa conquistou a preferência dos norte-mineiros e tem a invejável parcela de 84% do mercado de motos na área de atuação, o que a torna proporcionalmente uma das maiores revendas da marca no País.

A Motosmar foi fundada por Osmar Borborema. Sua história e a da empresa se confundem quando se trata da paixão pelo motociclismo. Osmar, que sempre gostou de motos, foi um dos pioneiros a se aventurar no esporte sobre duas rodas na região – o primeiro piloto com uma moto genuinamente de competição. Sua preferência era pelo Motocross, mas arriscava fazer algumas manobras em motos esportivas que são comentadas até hoje.

No ano passado (2010) o forte grupo Antares, de Montes Claros, que tem como proprietário Gilson Caldeira, adquiriu a empresa e agora a Motosmar passa a se chamar Antares Motos. Mas o que muda na empresa com o novo proprietário?

Equipe de vendas é um dos pontos fortes, segundo a diretoria.

Segundo o diretor comercial Cristiano Dumont, além do nome, mudanças serão feitas, mas todas com o objetivo de atender melhor o consumidor – cada vez mais exigente. “O fato de a empresa ser considerada uma grande revenda, se deve pelo comprometimento da equipe de vendas, pela competência e capacitação dos funcionários, por isso todos os 150 colaboradores foram mantidos”, disse Cristiano.

Buscando ampliar seu mercado e atender cada vez mais um número maior de clientes, o diretor da Antares Motos afirma que, além de manter a linha de trabalho, irá inovar com ofertas de novos produtos, mais rapidez, eficiência e melhores condições de créditos, buscando a satisfação completa do consumidor com a mesma credibilidade que a empresa teve ao longo dos 33 anos.

Devido à paixão do antigo proprietário ao motociclismo, a marca da empresa sempre teve presente nos eventos que envolvem motos na região – e isso foi motivo de orgulho para organizadores, atletas e desportistas.

Questionado se a empresa continuará a apoiar os eventos, o diretor respondeu que sim! Ele disse que os eventos do motociclismo são de relação natural com a empresa e, logo estará presente em alguns eventos do esporte nas áreas de atuação da concessionária. Ele ainda confessou que sempre teve certo fascínio por esportes motorizados, embora tenha atuado no ramo de automóveis por 17 anos, os esportes que envolvem motos e quadriciclos chamavam sua atenção por ter mais emoção.

Para nós ligados ao motociclismo, formadores de opinião e também clientes/consumidores, devemos desejar a Antares Motos/Honda: muito sucesso, bons negócios; que a empresa continue no ritmo de crescimento e valorizando os mesmos conceitos que a tornaram uma das maiores do Brasil. A história da empresa e do Osmar Borborema com o esporte nestes 33 anos jamais será esquecida. Uma nova história começa agora, esperamos que seja como sempre foi: respeitando e valorizando o motociclista e o motociclismo.

Por: Tico Cordeiro – fotos: arquivo Radical-X


07
jan
11

Comparativo: Yamaha XTZ 250 Ténéré e Honda XRE 300

Yamaha XTZ 250 Ténéré e Honda XRE 300: Aventura em média cilindrada

Para quem está pensando comprar uma motocicleta para fazer suas “aventuras ” ou mesmo para o dia-a-dia e está na dúvida entre um modelo e outro, ou uma marca ou outra. A Radical-X Fez uma pesquisa e encontrou um excelente comparativo entre a Honda XRE 300 e a recentemente lançada, Yamaha XTZ 250 – Ténéré.

O lançamento da Yamaha é uma concorrente a altura da Honda XRE 300? Compare, decida e seja feliz com sua moto nova!

Não fosse pela capacidade cúbica de seus motores – entre 250 cm³ e 300 cm³ –Yamaha XTZ 250 Ténéré e Honda XRE 300 bem que poderiam ser excelentes aventureiras. Têm tanques de combustível com capacidade acima da média. Bancos largos, proteção aerodinâmica e suspensões de longo curso. Mas os dois modelos são a primeira opção – principalmente no quesito “preço” – para o motociclista brasileiro que busca uma moto versátil, seja para uso no dia-a-dia ou em viagens.

Lançada em junho de 2009, a Honda XRE 300 praticamente inaugurou no Brasil o segmento de motos trails de baixa capacidade cúbica com vocação mais “aventureira”. Substituiu a XR 250 Tornado não apenas com um motor maior, mas também com mais conforto e autonomia.

Modelo é uma versão mais sofisticada da Lander.

Para enfrentar a XRE 300, a Yamaha apresentou recentemente a XTZ 250 Ténéré que, apesar de anunciada como um novo modelo, se trata de uma versão mais sofisticada da Lander. O motor de 250cc é fixado de forma diferente no mesmo quadro de berço semiduplo, porém com conjunto de suspensão recalibrado – o amortecedor traseiro ganhou reservatório de gás e nova regulagem; e o garfo dianteiro tem menor curso. Mas a principal mudança fica mesmo por conta do tanque de maior capacidade (16 litros contra 11 na Lander) e o banco mais largo e em dois níveis. Tudo para atender ao motociclista que quer uma moto para viajar.

Desempenho e consumo

Apesar da menor capacidade, o desempenho do motor Yamaha monocilíndrico de 249 cm³, comando simples no cabeçote, e refrigeração mista (ar e óleo) tem praticamente o mesmo desempenho do propulsor de 291 cm³ da Honda. Os números de potência declarados (26,1 cv na XRE 300 e 21 cv na Ténéré 250) fazem que creia que a trail da Honda teria melhor desempenho, mas na prática as duas mantêm velocidades finais semelhantes: por volta dos 135 km/h no velocímetro.

A diferença mais sensível é mesmo em arrancadas, quando o maior torque (2,81 kgf.m) e as relações primárias e secundárias da XRE 300 fazem a Honda largar na frente da Yamaha (2,10 kgf.m). Mas a diferença não chega a ser determinante na hora de optar entre as duas.

Mais importante é o consumo e a autonomia. O consumo de ambas é bem semelhante: a XRE 300 (versão com ABS, utilizada no comparativo) roda em média 28 km/litro, já a Ténéré faz 28,5 km/litro. Claro que depende do estilo de pilotagem, peso do piloto e bagagem, vento contra, entre outros fatores.

Com seu tanque para 16 litros, a Ténéré leva vantagem no quesito autonomia: poderia rodar mais de 450 km sem abastecer. Já o reservatório da XRE 300 tem somente 12,4 litros, resultando em cerca de 340 km de autonomia.

Ciclística

As duas trails têm quadros berço semi-duplo em aço, suspensões de longo curso e vocação mais on do que off-road. As suspensões de ambas enfrentam obstáculos sem grandes problemas, porém nota-se mais rigidez na Yamaha do que na Honda. A Ténéré é mais estável no asfalto, enquanto a XRE 300 parece absorver melhor as imperfeições de estradas de terra. Ambas encaram uma estrada de terra com desenvoltura, mas passam longe de trilhas mais pesadas. E nem é essa a proposta.

No quesito freios, a XRE 300 leva vantagem.

No quesito freios, a XRE 300 leva larga vantagem, ainda mais na versão com ABS. A trail Honda tem uma resposta instantânea. Já a Yamaha, apesar da nova malha interna em cobre, uma melhoria em relação a Lander, ainda tem um freio um pouco mais “lento”, comumente chamado de borrachudo.

Outra diferença entre elas são as rodas e pneus. Enquanto a XRE 300 tem aros de alumínio pintados em preto, a Ténéré traz aros de aço. Já os pneus Metzeler Enduro 3 da XRE são mais off-road e fazem muito barulho no asfalto. Por outro lado, os pneus Pirelli Scorpion MT 90 da Yamaha são de uso misto também, porém com mais vocação para uso em estrada. Fazem menos ruídos em altas velocidades e transmitem mais segurança no asfalto.

Conforto e equipamentos

Tanto XRE 300 como Ténéré 250 foram projetadas também para encarar viagens e proporcionam conforto ao motociclista. Ambos os assentos são largos, em dois níveis e confortáveis. Na Yamaha a espuma tem maior densidade e, na minha opinião, melhor encaixe para o piloto do que na Honda. Outro item que dá vantagem para a Ténéré é o grande parabrisa que ajuda a desviar o vento e aumentar o conforto, principalmente na estrada.

O que não significa que a XRE 300 seja desconfortável. Pelo contrário. O macio banco da Honda foi elogiado pelo outro motociclista neste comparativo. E a posição de pilotagem também é excelente. Mas a pequena bolha da XRE não é tão eficaz quanto a da Ténéré.

Por outro lado, a XRE 300 traz de série um item prático para viagens. Seja para amarrar bagagem ou instalar um baú, a trail da Honda conta com um belo bagageiro. Para a Ténéré o item será vendido como acessório.

Ambas oferecem conforto e praticidade.

Entretanto, analisando outros equipamentos, como painel e os comandos, a Ténéré leva vantagem. Seu painel é mais moderno – conta-giros de leitura analógica e velocímetro digital – e de fácil leitura. O painel da XRE também é atual, porém o tacômetro digital é de difícil visualização, principalmente sob o sol. Nos comandos, outro ponto para a Yamaha que traz lampejador de farol alto, ausente no modelo Honda.

Bolso

Os desenhos dos dois modelos são atuais e de bom gosto, porém alguns torcem o nariz para o desenho da XRE 300 e outros criticam a traseira minimalista da Ténéré 250. Fica a gosto do cliente. Se deixarmos de lado o design, já que se trata de um quesito muito pessoal, os dois modelos atendem à proposta de ser uma moto de média capacidade cúbica para uso misto em cidade e estradas.

Porém um item pesa bastante na hora de escolher entre Honda XRE 300 e Yamaha XTZ 250 Ténéré: o bolso do consumidor. Enquanto a nova Ténéré tem preço médio de R$ 13.350, a XRE 300 com ABS é vendida a R$ 16.150 (preços médios praticados nas concessionárias de São Paulo capital). E até mesmo na versão sem ABS, a moto Honda é mais cara, custando R$ 13.500. Portanto, alguns reais a favor do modelo de 250cc da Yamaha.

Se compararmos o preço do seguro, a Ténéré ganha outras milhares de vantagens. Cotado na mesma seguradora e para o mesmo perfil de motociclista (masculino, 31 anos, residente na Grande São Paulo), o seguro para a XTZ 250 fica em R$ 2.387,00, enquanto para a XRE 300 sai R$ 6.049,56.  Ou seja, quase três vezes mais caro. No preço das peças, a disputa é bastante acirrada (veja cesta de peças).

Ténéré é uma concorrente a altura da Honda XRE 300? A resposta é sim!

Conclusão

Antes deste comparativo, a grande dúvida era: seria a recém-lançada Yamaha XTZ 250 Ténéré uma concorrente a altura da Honda XRE 300? A resposta é sim. Cumpre praticamente o mesmo papel, por um preço menor.

A Honda XRE 300, porém, tem freios melhores, rodas de alumínio e bagageiro de série. Por outro lado, a Ténéré tem tanque maior, bolha mais eficiente e pneus mais adequados à sua proposta. A escolha vai depender do seu gosto pessoal e, principalmente, do seu bolso.

CESTA DE PEÇAS
Peças originais * Honda XRE 300 / Yamaha XTZ 250 Ténéré
Kit de relação final
(coroa/corrente e pinhão) 436,00 / 590,50
Pastilha dianteira 170,76 / 123,10
Retrovisor direito 53,99 / 49,00
Filtro de óleo 30,83 / 42,20
* Preços médios em reais pesquisados nas concessionárias de são Paulo (SP)

Ficha técnica
Honda XRE 300 C-ABS
Motor monocilíndrico, quatro tempos, quatro válvulas, duplo comando no cabeçote (DOHC) e arrefecido a ar
Capacidade cúbica 291,6cc,
Potência máxima 26,1 cv a 7.500 rpm
Torque máximo 2,81 kgf.m a 6.000 rpm
Diâmetro x curso 79,0 x 59,5 mm
Alimentação Injeção eletrônica de combustível PGM-FI
Relação de compressão 9,0 : 1
Sistema de ignição Eletrônica
Partida Elétrica
Câmbio Cinco velocidades
Embreagem Multidisco em banho de óleo
Suspensão Dianteira Garfo telescópico com 245 mm de curso
Suspensão Traseira Monoamortecida, sistema Pro-Link com 225 mm de curso
Freio Dianteiro Disco simples de 256 mm de diâmetro e pinças de três pistões (C-ABS)
Freio Traseiro Disco simples de 220 mm de diâmetro e pinças de pistão simples
Pneu Dianteiro 90/90 – 21
Pneu Traseiro 120/80 – 18
Chassi Berço semiduplo
Dimensões (C x L x A) 2.171 mm x 830 mm x 1.181 mm
Altura do assento 860 mm
Altura mínima do solo 259 mm
Entre-eixos 1.417 mm
Capacidade do tanque 12,4 litros (2,3 litros de reserva)
Peso seco 151 kg
Cores Preta, vermelha e amarela metálica
Preço R$ 16.150,00 (C-ABS) (preço médio praticado nas concessionárias de São Paulo – SP)

Yamaha XTZ 250 Ténéré
Motor monocilíndrico, quatro tempos, duas válvulas, comando simples no cabeçote (OHC) e arrefecido a ar com radiador de óleo
Capacidade cúbica 249 cm³
Potência máxima 21 cv a 8.000 rpm
Torque máximo 2,10 kgf.m a 6.500 rpm
Diâmetro x curso 74 x 58 mm
Alimentação Injeção eletrônica de combustível
Relação de compressão 9,8: 1
Sistema de ignição Eletrônica
Partida Elétrica
Câmbio Cinco velocidades
Embreagem Multidisco em banho de óleo
Suspensão Dianteira Garfo telescópico com 220 mm de curso
Suspensão Traseira Monoamortecida com 240 mm de curso
Freio Dianteiro Disco simples de 245 mm de diâmetro e pinça de dois pistões
Freio Traseiro Disco simples de 203 mm de diâmetro e pinça de pistão simples
Pneu Dianteiro 80/90 – 21
Pneu Traseiro 120/80 – 18
Chassi Berço semiduplo
Dimensões (C x L x A) 2.120 mm x 830 mm x 1.370 mm
Altura do assento 865 mm
Altura mínima do solo 270 mm
Entre-eixos 1.385 mm
Capacidade do tanque 16 litros (4,8 l de reserva)
Peso seco 137 kg
Cores Branca e preta
Preço R$ 13.350 (preço médio praticado nas concessionárias de São Paulo – SP)

[Fonte: agência Infomoto – Fotos: divulgação]




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