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18
fev
11

Top 10: As motos mais vendidas do Brasil

Top 10: Confiram quais são as 10 motocicletas mais vendidas do Brasil

Honda tem sete das dez motos mais vendidas do Brasil

A primeira motocicleta montada no Brasil foi a pequena Yamaha RD 50, equipada com motor dois tempos de 50cm3. Isso em 1974. A linha de montagem da marca dos três diapasões ficava em Guarulhos, na Grande São Paulo. Em 1976, a produção da Yamaha foi transferida para a Zona Franca de Manaus (AM), no estado do Amazonas. Hoje, toda a produção nacional de motocicletas é feita em Manaus (PIM). Em 2010 foram montadas 1.830.000 unidades e pouco mais de 1.804.000 motos novas foram emplacadas. Assim, o Brasil é o quarto maior produtor de motos do mundo.
Só perde para a China, Índia e Indonésia. Fica à frente de Tailândia, Japão e Estados Unidos. Os modelos de até 250 cm3 de capacidade dominam o cenário, com 92% do mercado. Detalhe: das dez motos mais vendidas, sete são Honda. A marca líder detém 77,56% do market share do mercado nacional de duas rodas. Confira abaixo os 10 modelos mais vendidos:.

Honda CG125 é a campeã em vendas.

1) Honda CG 125
Desde o início de sua produção no País, a Honda já fabricou mais de 15 milhões de unidades. Seu best-seller é a CG 125. Hoje, a marca comercializa duas versões de sua campeã de vendas: CG 125 Fan e a CG 125 Cargo, ambas carburadas. No final de 2010 foram emplacadas quase 413 mil unidades do modelo que é sinônimo de resistência, durabilidade, manutenção simples e facilidade de condução. Por isso é um produto é bastante requisitado pelos frotistas. Ambas estão equipadas com motor monocilíndrico de 124,77 cm3, OHC (Over Head Camshaft), quatro tempos, arrefecido a ar, que gera potência máxima de 11,6 cv. A CG 125 é o veículo mais vendido do Brasil. Preço sugerido a partir de R$ 5.190,00.

2) Honda CG Titan 150
A família Titan é uma unanimidade entre os motociclistas. Robustez e fácil manutenção são seus principais atributos. Ano passado foram vendidas 409.793 unidades. Em janeiro a multinacional japonesa apresentou a CG 150 Titan com injeção eletrônica e uma nova carenagem de farol. Com a mudança estética, o modelo 2011 da CG 150 Titan lembra muito a CB 300R e se alinha com a identidade visual das nakeds de maior capacidade cúbica da marca. Agora todas as versões da Titan 150 estarão disponíveis com freio a disco na dianteira e partida elétrica de série. Equipada com motor de um cilindro, 149 cm³ de capacidade, comando simples no cabeçote (OHC) e refrigerado a ar, a CG Titan é vendida somente na versão “Mix”, agora rebatizada de sistema “Flex” pela Honda. Assim, o motociclista pode abastecer com etanol e/ou gasolina, em qualquer proporção. Preço sugerido a partir de R$ 6.324,00.

Honda Biz 125 ocupa o terceiro lugar no ranking.

3) Honda Biz 125
Desde a sua apresentação em 2005, a Honda Biz 125 já acumulou mais de 1 milhão de unidades vendidas. Só em 2010, 189.142 CUBs da Honda foram emplacadas. É o terceiro modelo mais vendido do Brasil e que, aliás, tem uma grande aceitação entre o público feminino. A motoneta, em sua versão 2011, chegou às concessionárias totalmente renovada. Chassi e carenagem receberam alterações em 95% de seus componentes. O motor ganhou balancins roletados no cabeçote. Outro diferencial é que a nova Biz agora é Flex, permitindo a utilização de gasolina ou etanol em qualquer proporção. Fácil de pilotar e ágil no trânsito dos grandes centros urbanos, a Biz está equipada com propulsor OHC (comando simples no cabeçote), quatro tempos, arrefecido a ar, de 124,9 cm3. Preço sugerido a partir de R$ 5.297,00.

4) Honda NXR 150 Bros
Fácil pilotagem, versatilidade e conforto. Estas são as principais qualidades da NXR 150 Bros, trail da Honda de 150 cm3 de capacidade que ocupa a quarta posição entre as motos mais vendidas do País. Ao longo de 2010 foram comercializadas 183.819 unidades. Boa opção para rodar na cidade ou em áreas rurais, a Honda Bros 150 está equipada com motor OHC (Over Head Camshaft), de 149,2 cm3, quatro tempos, alimentado por sistema de injeção eletrônica de combustível. Além disso, o sistema é dotado de tecnologia Mix Fuel Injection, que permite a motocicleta rodar com gasolina ou etanol (álcool) em qualquer proporção. A NXR 150 Bros foi primeira on-off road do mundo a utilizar tecnologia bicombustível. Preço sugerido a partir de R$ 7.890,00

A Yamaha YBR Factor 125 aparece em 5º lugar

5) Yamaha YBR Factor 125
“Carro-chefe” da Yamaha e quinta moto mais vendida, a Yamaha YBR Factor 125 teve um bom desempenho em 2010. No total foram comercializadas 122.208 unidades. A versão 2011 do modelo street voltado ao “trabalho” adotou novo grafismo e componentes, como os suportes e aro do farol cromado que passaram a receber a pintura preto fosco, enquanto o guidão teve a cor prata. Também as tampas laterais em todas as versões (K, E e ED), são agora na cor preta “Matt Black” – mesma da superesportiva YZF-R1. O motor é um monocilíndrico, quatro tempos, OHC (Over Head Camshaft), arrefecido a ar, de 124 cm3, que desenvolve 11,2 cv. Infelizmente ainda é alimentado por carburador. Preço sugerido a partir de R$ 5.700,00.

6) Honda CB 300R
O design arrojado é o principal argumento de vendas da Honda CB 300R. No melhor estilo “street fighter”, esta mini-naked conta com conjunto frontal com formas aerodinâmicas e marcante identidade visual, que lembra os modelos de maior capacidade cúbica da marca. Em 2010 foram emplacadas 79.660 unidades da “CBzinha”. Com este volume, o modelo ocupa a sexta posição entre as mais vendidas. A moto está equipada com motor monocilíndrico de 291,6 cm3, DOHC (Double Over Head Camshaft), com duplo comando de válvula no cabeçote, quatro tempos, com quatro válvulas, radiador de óleo e dotado de injeção eletrônica PGM-FI. Moto para dupla jornada (cidade e estrada), a CB 300R desenvolve uma potência máxima de 26,53 cv. Há ainda uma versão equipada com sistema de freios ABS. O preço público sugerido a partir R$ 11.490,00.

7) Honda Pop 100
Econômica, versátil, confortável e fácil de pilotar, a Pop 100 é a sétima moto mais vendida no Brasil com um total de 61.723 unidades emplacadas em 2010. O modelo pode ser utilizado como meio de transporte ou instrumento de trabalho. A Pop usa o compacto motor monocilíndrico OHC (Over Head Camshaft), quatro tempos. Com 97,1 cm3, o propulsor alcança potência máxima de 6,17 cv. O modelo tem ainda transmissão de quatro velocidades e embreagem do tipo multidisco em banho de óleo. O preço público sugerido é de R$ 3.990,00.

A Fazer 250 é a oitava moto mais vendida

8) Yamaha Fazer YS 250
No início de 2010, a Fazer 250 passou por uma grande mudança estética. A moto ficou mais bonita, com um desenho mais agressivo e moderno perante o olhar do motociclista. Além disso, sua excelente ciclística foi preservada. Em função desta atitude, a Yamaha vem colhendo bons resultados de vendas. A Fazer 250 é a oitava moto mais vendida no País. Ano passado foram emplacadas quase 33 mil unidades desta mini naked. O modelo conta com motor de 21 cv de potência equipado com sistema de injeção eletrônica, pistão forjado, cilindro com revestimento cerâmico, além de freio a disco também na roda traseira. O resultado é fácil dirigibilidade e baixo consumo de combustível. O preço sugerido é de R$ 11.250,00 (já na versão 2012).

9) Honda XRE 300
Versatilidade e conforto. Estas são as principais características da moto que é a nona mais vendida do Brasil. Com exatas 28.914 unidades emplacadas em 2010, a XRE 300 uma trail que também pode ser usada no dia a dia, como também em divertidas viagens de final de semana. Com design aventureiro, a moto oferece como diferencial uma versão equipada com sistema de freios ABS. Na parte mecânica, motor monocilíndrico de 291,6 cm3, DOHC (Double Over Head Camshaft), quatro tempos, arrefecido a ar e com radiador de óleo, que, em combinação com a injeção eletrônica PGM-FI. O propulsor desenvolve potência máxima de 26,1 cv a 7.500 rpm e torque de 2,81 kgf.m a 6.000 rpm. Preço público sugerido à partir de R$ 12.890,00.

10) Suzuki Yes 125
Com 27.621 unidades emplacadas em 2010, a Suzuki Yes 125 é a décima colocada entre os modelos mais vendidos do País. De origem chinesa, o modelo street de baixa cilindrada da Suzuki traz partida elétrica, freio a disco na roda dianteira e rodas de liga leve. Na parte mecânica, muita simplicidade: motor monocilindro de quatro tempos, duas válvulas, OHC (comando simples no cabeçote), refrigerado a ar e câmbio com cinco velocidades . A Yes 125 é vendida nas cores azul, prata, preta, vermelha e amarela, com preço sugerido a partir de R$ 5.758,00.

Radical-X – Fonte: Infomoto – Texto: Aldo Tizzani – Fotos: divulgação

07
jan
11

Comparativo: Yamaha XTZ 250 Ténéré e Honda XRE 300

Yamaha XTZ 250 Ténéré e Honda XRE 300: Aventura em média cilindrada

Para quem está pensando comprar uma motocicleta para fazer suas “aventuras ” ou mesmo para o dia-a-dia e está na dúvida entre um modelo e outro, ou uma marca ou outra. A Radical-X Fez uma pesquisa e encontrou um excelente comparativo entre a Honda XRE 300 e a recentemente lançada, Yamaha XTZ 250 – Ténéré.

O lançamento da Yamaha é uma concorrente a altura da Honda XRE 300? Compare, decida e seja feliz com sua moto nova!

Não fosse pela capacidade cúbica de seus motores – entre 250 cm³ e 300 cm³ –Yamaha XTZ 250 Ténéré e Honda XRE 300 bem que poderiam ser excelentes aventureiras. Têm tanques de combustível com capacidade acima da média. Bancos largos, proteção aerodinâmica e suspensões de longo curso. Mas os dois modelos são a primeira opção – principalmente no quesito “preço” – para o motociclista brasileiro que busca uma moto versátil, seja para uso no dia-a-dia ou em viagens.

Lançada em junho de 2009, a Honda XRE 300 praticamente inaugurou no Brasil o segmento de motos trails de baixa capacidade cúbica com vocação mais “aventureira”. Substituiu a XR 250 Tornado não apenas com um motor maior, mas também com mais conforto e autonomia.

Modelo é uma versão mais sofisticada da Lander.

Para enfrentar a XRE 300, a Yamaha apresentou recentemente a XTZ 250 Ténéré que, apesar de anunciada como um novo modelo, se trata de uma versão mais sofisticada da Lander. O motor de 250cc é fixado de forma diferente no mesmo quadro de berço semiduplo, porém com conjunto de suspensão recalibrado – o amortecedor traseiro ganhou reservatório de gás e nova regulagem; e o garfo dianteiro tem menor curso. Mas a principal mudança fica mesmo por conta do tanque de maior capacidade (16 litros contra 11 na Lander) e o banco mais largo e em dois níveis. Tudo para atender ao motociclista que quer uma moto para viajar.

Desempenho e consumo

Apesar da menor capacidade, o desempenho do motor Yamaha monocilíndrico de 249 cm³, comando simples no cabeçote, e refrigeração mista (ar e óleo) tem praticamente o mesmo desempenho do propulsor de 291 cm³ da Honda. Os números de potência declarados (26,1 cv na XRE 300 e 21 cv na Ténéré 250) fazem que creia que a trail da Honda teria melhor desempenho, mas na prática as duas mantêm velocidades finais semelhantes: por volta dos 135 km/h no velocímetro.

A diferença mais sensível é mesmo em arrancadas, quando o maior torque (2,81 kgf.m) e as relações primárias e secundárias da XRE 300 fazem a Honda largar na frente da Yamaha (2,10 kgf.m). Mas a diferença não chega a ser determinante na hora de optar entre as duas.

Mais importante é o consumo e a autonomia. O consumo de ambas é bem semelhante: a XRE 300 (versão com ABS, utilizada no comparativo) roda em média 28 km/litro, já a Ténéré faz 28,5 km/litro. Claro que depende do estilo de pilotagem, peso do piloto e bagagem, vento contra, entre outros fatores.

Com seu tanque para 16 litros, a Ténéré leva vantagem no quesito autonomia: poderia rodar mais de 450 km sem abastecer. Já o reservatório da XRE 300 tem somente 12,4 litros, resultando em cerca de 340 km de autonomia.

Ciclística

As duas trails têm quadros berço semi-duplo em aço, suspensões de longo curso e vocação mais on do que off-road. As suspensões de ambas enfrentam obstáculos sem grandes problemas, porém nota-se mais rigidez na Yamaha do que na Honda. A Ténéré é mais estável no asfalto, enquanto a XRE 300 parece absorver melhor as imperfeições de estradas de terra. Ambas encaram uma estrada de terra com desenvoltura, mas passam longe de trilhas mais pesadas. E nem é essa a proposta.

No quesito freios, a XRE 300 leva vantagem.

No quesito freios, a XRE 300 leva larga vantagem, ainda mais na versão com ABS. A trail Honda tem uma resposta instantânea. Já a Yamaha, apesar da nova malha interna em cobre, uma melhoria em relação a Lander, ainda tem um freio um pouco mais “lento”, comumente chamado de borrachudo.

Outra diferença entre elas são as rodas e pneus. Enquanto a XRE 300 tem aros de alumínio pintados em preto, a Ténéré traz aros de aço. Já os pneus Metzeler Enduro 3 da XRE são mais off-road e fazem muito barulho no asfalto. Por outro lado, os pneus Pirelli Scorpion MT 90 da Yamaha são de uso misto também, porém com mais vocação para uso em estrada. Fazem menos ruídos em altas velocidades e transmitem mais segurança no asfalto.

Conforto e equipamentos

Tanto XRE 300 como Ténéré 250 foram projetadas também para encarar viagens e proporcionam conforto ao motociclista. Ambos os assentos são largos, em dois níveis e confortáveis. Na Yamaha a espuma tem maior densidade e, na minha opinião, melhor encaixe para o piloto do que na Honda. Outro item que dá vantagem para a Ténéré é o grande parabrisa que ajuda a desviar o vento e aumentar o conforto, principalmente na estrada.

O que não significa que a XRE 300 seja desconfortável. Pelo contrário. O macio banco da Honda foi elogiado pelo outro motociclista neste comparativo. E a posição de pilotagem também é excelente. Mas a pequena bolha da XRE não é tão eficaz quanto a da Ténéré.

Por outro lado, a XRE 300 traz de série um item prático para viagens. Seja para amarrar bagagem ou instalar um baú, a trail da Honda conta com um belo bagageiro. Para a Ténéré o item será vendido como acessório.

Ambas oferecem conforto e praticidade.

Entretanto, analisando outros equipamentos, como painel e os comandos, a Ténéré leva vantagem. Seu painel é mais moderno – conta-giros de leitura analógica e velocímetro digital – e de fácil leitura. O painel da XRE também é atual, porém o tacômetro digital é de difícil visualização, principalmente sob o sol. Nos comandos, outro ponto para a Yamaha que traz lampejador de farol alto, ausente no modelo Honda.

Bolso

Os desenhos dos dois modelos são atuais e de bom gosto, porém alguns torcem o nariz para o desenho da XRE 300 e outros criticam a traseira minimalista da Ténéré 250. Fica a gosto do cliente. Se deixarmos de lado o design, já que se trata de um quesito muito pessoal, os dois modelos atendem à proposta de ser uma moto de média capacidade cúbica para uso misto em cidade e estradas.

Porém um item pesa bastante na hora de escolher entre Honda XRE 300 e Yamaha XTZ 250 Ténéré: o bolso do consumidor. Enquanto a nova Ténéré tem preço médio de R$ 13.350, a XRE 300 com ABS é vendida a R$ 16.150 (preços médios praticados nas concessionárias de São Paulo capital). E até mesmo na versão sem ABS, a moto Honda é mais cara, custando R$ 13.500. Portanto, alguns reais a favor do modelo de 250cc da Yamaha.

Se compararmos o preço do seguro, a Ténéré ganha outras milhares de vantagens. Cotado na mesma seguradora e para o mesmo perfil de motociclista (masculino, 31 anos, residente na Grande São Paulo), o seguro para a XTZ 250 fica em R$ 2.387,00, enquanto para a XRE 300 sai R$ 6.049,56.  Ou seja, quase três vezes mais caro. No preço das peças, a disputa é bastante acirrada (veja cesta de peças).

Ténéré é uma concorrente a altura da Honda XRE 300? A resposta é sim!

Conclusão

Antes deste comparativo, a grande dúvida era: seria a recém-lançada Yamaha XTZ 250 Ténéré uma concorrente a altura da Honda XRE 300? A resposta é sim. Cumpre praticamente o mesmo papel, por um preço menor.

A Honda XRE 300, porém, tem freios melhores, rodas de alumínio e bagageiro de série. Por outro lado, a Ténéré tem tanque maior, bolha mais eficiente e pneus mais adequados à sua proposta. A escolha vai depender do seu gosto pessoal e, principalmente, do seu bolso.

CESTA DE PEÇAS
Peças originais * Honda XRE 300 / Yamaha XTZ 250 Ténéré
Kit de relação final
(coroa/corrente e pinhão) 436,00 / 590,50
Pastilha dianteira 170,76 / 123,10
Retrovisor direito 53,99 / 49,00
Filtro de óleo 30,83 / 42,20
* Preços médios em reais pesquisados nas concessionárias de são Paulo (SP)

Ficha técnica
Honda XRE 300 C-ABS
Motor monocilíndrico, quatro tempos, quatro válvulas, duplo comando no cabeçote (DOHC) e arrefecido a ar
Capacidade cúbica 291,6cc,
Potência máxima 26,1 cv a 7.500 rpm
Torque máximo 2,81 kgf.m a 6.000 rpm
Diâmetro x curso 79,0 x 59,5 mm
Alimentação Injeção eletrônica de combustível PGM-FI
Relação de compressão 9,0 : 1
Sistema de ignição Eletrônica
Partida Elétrica
Câmbio Cinco velocidades
Embreagem Multidisco em banho de óleo
Suspensão Dianteira Garfo telescópico com 245 mm de curso
Suspensão Traseira Monoamortecida, sistema Pro-Link com 225 mm de curso
Freio Dianteiro Disco simples de 256 mm de diâmetro e pinças de três pistões (C-ABS)
Freio Traseiro Disco simples de 220 mm de diâmetro e pinças de pistão simples
Pneu Dianteiro 90/90 – 21
Pneu Traseiro 120/80 – 18
Chassi Berço semiduplo
Dimensões (C x L x A) 2.171 mm x 830 mm x 1.181 mm
Altura do assento 860 mm
Altura mínima do solo 259 mm
Entre-eixos 1.417 mm
Capacidade do tanque 12,4 litros (2,3 litros de reserva)
Peso seco 151 kg
Cores Preta, vermelha e amarela metálica
Preço R$ 16.150,00 (C-ABS) (preço médio praticado nas concessionárias de São Paulo – SP)

Yamaha XTZ 250 Ténéré
Motor monocilíndrico, quatro tempos, duas válvulas, comando simples no cabeçote (OHC) e arrefecido a ar com radiador de óleo
Capacidade cúbica 249 cm³
Potência máxima 21 cv a 8.000 rpm
Torque máximo 2,10 kgf.m a 6.500 rpm
Diâmetro x curso 74 x 58 mm
Alimentação Injeção eletrônica de combustível
Relação de compressão 9,8: 1
Sistema de ignição Eletrônica
Partida Elétrica
Câmbio Cinco velocidades
Embreagem Multidisco em banho de óleo
Suspensão Dianteira Garfo telescópico com 220 mm de curso
Suspensão Traseira Monoamortecida com 240 mm de curso
Freio Dianteiro Disco simples de 245 mm de diâmetro e pinça de dois pistões
Freio Traseiro Disco simples de 203 mm de diâmetro e pinça de pistão simples
Pneu Dianteiro 80/90 – 21
Pneu Traseiro 120/80 – 18
Chassi Berço semiduplo
Dimensões (C x L x A) 2.120 mm x 830 mm x 1.370 mm
Altura do assento 865 mm
Altura mínima do solo 270 mm
Entre-eixos 1.385 mm
Capacidade do tanque 16 litros (4,8 l de reserva)
Peso seco 137 kg
Cores Branca e preta
Preço R$ 13.350 (preço médio praticado nas concessionárias de São Paulo – SP)

[Fonte: agência Infomoto – Fotos: divulgação]

29
jul
09

Nova Yamaha 250 cm³ / 2010 – grandes novidades!

yamaha 2010Após alguns anos sem grandes novidades, a marca japonesa Yamaha apresentou seu modelo 2010 — 250 cm³ — e surpreendeu com as grandes novidades. O visual, por exemplo, em nada lembra sua antecessora, além disso, os engenheiros desenvolveram um novo chassi, suspensões e motor.

Apesar das diversas alterações, a máquina da categoria MX2 ainda não recebeu a introdução da injeção eletrônica, opção já utilizada por outras marcas como a Honda e a Suzuki. Contudo, o novo modelo da marca dos diapasões promete surpreender dentro das pistas.

[por: Cauê Aguiar / foto: divulgação]

01
jun
09

Governo libera R$ 100 mi para os motofretistas

cg-125-fan2Trabalhadores podem financiar motocicletas zero km de até R$ 8 500

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador — Codefat — aprovou no dia 27 de Maio, em Brasília, DF, a disponibilização de R$ 100 milhões para o financiamento de motos de até 150 cm³. Os beneficiados com o montante serão os motofretistas — profissionais credenciados a desenvolverem atividades remuneradas para transporte de cargas e documentos através de motocicletas ou motonetas.

A Abraciclo — Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares — o Sindimoto e a Força Sindical participaram de maneira conjunta para a liberação da verba.

“A linha de crédito é um forte incentivo para a categoria dos motofretistas, pois proporciona melhorias na condição de trabalho dos profissionais do segmento e colabora para a modernização da frota”, disse Moacyr Alberto Paes, diretor executivo da Abraciclo.

Os motofretistas poderão financiar até 100% do valor de motocicletas zero km. Com um valor máximo R$ 8 500, os interessados terão a oportunidade de dividir em 24, 36 ou 48 meses. Aguardando os trâmites para a liberação final, o dinheiro chegará às instituições financeiras através do Fundo de Amparo ao Trabalhador — FAT.

Juros

As taxas de juros serão cobradas da seguinte maneira: até 24 meses 1%, até 36 meses 1,46% e até 48 meses 1,90%.

[Por:Motociclismo Online – Rafael Mioto]

01
mar
09

Três grandes eventos do esporte radical motorizado irão movimentar o mês de Março

motosmarTrês grandes eventos do esporte radical motorizado irão movimentar o mês de Março no Norte de Minas.

 

Por: Edílson Cordeiro “Tico” / fotos: radicalnortex.com

 

    Três grandes eventos do esporte radical motorizado irão movimentar o mês de Março. O primeiro é a 1ª Copa Motosmar de Enduro de Regularidade e Trilhão Motosmar. Segundo o desportista Janjão Santiago, este evento tem como objetivo incentivar o esporte e proporcionar momentos de adrenalina, lazer e confraternização para os participantes, famílias e convidados. Para aqueles que não gostam de competições, mas também querem participar do evento foi criado o Trilhão que será uma grande trilha, sem compromisso com tempos e médias de velocidade. Se no enduro os pilotos largam de um a um, com tempos e médias de velocidade pré-definidas, no Trilhão largam juntos, em um grande passeio, onde os pilotos poderão ir acompanhados dos amigos e companheiros sem se preocupar com tempo e velocidade. Cada um no seu ritmo. Na chegada do trilhão todos os participantes recebem uma medalha de participação do evento.

    Na primeira etapa, que está marcada para acontecer no dia 14 de março, uma grande estrutura será montada no Posto Via Dupla / BR Mania, onde será realizada a largada do Enduro e do Trilhão. A chegada do Trilhão e do Enduro acontecem em um mesmo local, em uma área de lazer na cidade, onde será oferecido um grande churrasco aos participantes e convidados e onde será realizada a premiação. Na chegada, além do churrasco uma grande estrutura será montada para recepcionar os pilotos, com som, telão, tendas, etc.

veloterraO segundo evento será a 2ª etapa da Copa DN Motos de Veloterra no dia 15 de Março, Domingo a partir das 10hs. O Veloterra é uma modalidade que vem caindo nas graças de todos os pilotos, inclusive aqueles que têm motos street e nunca competiram. O circuito é semelhante a uma pista de Motocross, mas sem obstáculos, portanto mais seguro e quem curvar melhor com a moto e não ter medo de acelerar tem a vantagem. Esta modalidade do motociclismo é muito democrática, pois os participantes são pilotos que tenham motos street, como as 150cc e 125cc, motos de suspensão alta como Tornado, CRF 230, TTR 230, DT 200/ 180, XR 200 e até aqueles que tenham motos importadas que habitualmente usem no Motocross ou Supercross.  A 2ª etapa da Copa DN Motos de Veloterra acontecerá no mesmo local da primeira (Copa MC Boutique): no Moto-clube de Montes Claros, na BR 135, acesso ao clube do D.E.R, antigo depósito da Belgo Mineira. A organização ficará por conta do Bicho do Mato do conhecido Fáusio Silva.

fausio-1O terceiro evento que também contará com a organização de Fáusio, será a primeira etapa de um grande Rally no dia 21 de março, sábado. O Rally Via Terra que já vinha acontecendo há vários anos no Norte de Minas, passa a ser agora o Circuito Bicho do Mato de Rally, com patrocínio da Via Terra/ Mitsubishi e apoio da Rede Inter TV grande Minas. Esta parceria da Via Terra com a Inter TV será um fato inédito no off-road, pois é a primeira vez que o esporte terá uma cobertura da mídia televisiva em evento desta modalidade e isto vem causando muito entusiasmo aos participantes que esperam fazer deste passeio uma grande festa. Serão três etapas e a primeira acontece neste mês de Março, no dia 21 com destino a Joaquim Felício, terra de trilhas famosas e muitas cachoeiras. A prova será aberta para motos, carros off-road (Pick-Ups, Jipes e gaiolas) e  quadriciclos. Quem não quiser participar da competição, pode optar pela categoria Turismo, que não tem compromisso com tempos e médias de velocidade. Ao final da prova, todos os participantes receberão troféus de participação. Na chegada a organização do evento promete um grande churrasco de confraternização para todos os inscritos.

Outro evento que é aguardado com muita expectativa é a abertura do Circuito Inter TV de Supercross, que segundo os organizadores: Aurélio, Gustavo e o presidente da Liga de Motociclismo Claudemir Miau, provavelmente o campeonato terá inicio no mês de Abril.

Pelo visto, se por um lado esta tal de crise financeira insisti em colocar o pé no freio, por outro lado o esporte quer colocar o pé no acelerador e proporcionar fortes emoções e muita adrenalina para os norte-mineiros.

23
fev
09

Joaninha leva o tri da Copa Brasil de Motocross estilo livre

Com volta mágica, Joaninha leva o tri da Copa Brasil de Motocross estilo livre

Joaninha encanta torcida com manobras ousadas e garante o tri

Joaninha encanta torcida com manobras ousadas e garante o tri

Piloto acerta quatro ‘backflips’ na primeira volta e leva público à loucura!

Simone Evangelista Rio de Janeiro / Fotos: André Durão / Globoesporte.com

O brasileiro Gilmar Flores, o Joaninha, brilhou na passarela da terceira edição da Copa Brasil de Motocross estilo livre. Em pleno domingo de carnaval, o mato-grossense não deixou o samba atravessar e conseguiu uma volta mágica, na qual somou 260 dos 360 pontos possíveis. Nem uma queda na segunda rodada atrapalhou o enredo do piloto, que terminou em tricampeonato e muita festa na arena lotada na praia da Barra da Tijuca.

O paulista Marcelo Simões, que havia se classificado em primeiro lugar para a decisão, também não desafinou: com 228 pontos, garantiu a medalha de prata. O pódio ficou completo com o americano Derek Burlew, que somou 219 e levou o bronze para casa.

Os cariocas que trocaram a folia pelo calor da Copa Brasil não se arrependeram. Se o vento atrapalhou os pilotos na véspera, o sol apareceu forte neste domingo. Melhor para os pilotos, que fizeram um carnaval para ninguém botar defeito na areia. A pedido dos competidores, a organização aumentou o tempo de prova para dois minutos (era de 1m20s). Tudo para fazer uma festa ainda maior com a torcida.

 

Após se classificar em quarto lugar, Joaninha não deu chances aos rivais na decisão. Logo em sua primeira volta, acertou uma série de ”backflips”  (cambalhota para trás, manobra que só ele domina no Brasil) com quatro tipos de manobras diferentes, assumindo a liderança destacada da competição com 260 pontos.

 

A partir daí, não houve brilho que ofuscasse o brasileiro. Na segunda

O Freestyle agitou o Carnaval Carioca.

O Freestyle agitou o Carnaval Carioca.

 volta, Joaninha abriu com dois ”backflips”, arrancando aplausos do público. No terceiro, errou na aterrissagem, perdeu o equilíbrio e caiu. O suspense, porém, durou pouco. O astro machucou a mão e o cotovelo esquerdos, mas manteve a postura de campeão.

 

- Perdi o controle da moto na descida, e acabei não conseguindo evitar a queda, mas está tudo bem.

 

O tombo prejudicou a nota de Joaninha, que somou 136 pontos. No entanto, como o que vale é a maior nota, o público já comemorava antes mesmo das apresentações de Burlew e Simões, que não conseguiram superar o mato-grossense.

- Foi uma emoção única. Consegui fazer o que eu queria, com muitas variações nos “backflips”. Ontem (sábado), fui mal, o vento atrapalhou. Hoje, vou dormir bem mais feliz - festejou Joaninha.

 

O sono, contudo, deve esperar. Com as bençãos de Momo, ele pretende cair na folia para comemorar a conquista. A festa começou ainda no pódio, com direito a um conjunto de ritmistas. Meio desajeitado, o tricampeão sambou como pôde com suas botas pesadas. Mas para os fãs do motocross que assistiram ao show do mato-grossense, o carnaval 2009 já está completo. O reinado de Joaninha continua.

Classificação final da Copa Brasil:

1 – Joaninha – 260 pontos


2 – Marcelo Simões – 228


3 – Derek Burlew (EUA) – 219


4 – Fred Kyrillos – 188


5 – Sebastian Mejia (
COL) – 170


6 – Gian Bergamini – 165


7 – Tatá Mello – 149


8 – Natan Azevedo – 130

018323041-tnh00 018323140-tnh00 018323182-tnh00 018323144-tnh00 018323106-tnh00

(fotos: globoesporte.com)

03
fev
09

Circuito Bicho do Mato de Veloterra

044CIRCUITO BICHO DOMATO 2009

COPA MC BOUTIQUE DE VELOTERRA 1ª ETAPA

Por: revista Radical X / Fotos: Tico / Pedro Henrique

 

No último domingo dia 01 de Fevereiro, aconteceu a primeira prova do ano do CIRCUITO BICHO DO MATO, a modalidade foi o VELOTERRA, a sensação do momento em todo o Brasil; foi a maior prova em numero de pilotos realizada nos últimos tempos em nossa cidade, cerca de 70 (setenta) pilotos divididos em 9 (nove) categorias se inscreveram na competição. A pista estava em boas condições, devidamente irrigada e gradeada do jeito que os pilotos gostam.

A Radical X esteve presente neste evento registrando o que aconteceu com muitas fotos.

 

Veja as fotos em uma galeria exclusiva na barra acima no cabeçalho do site (galeria mc).

 

Confira os primeiros, os segundos e terceiros lugares de cada categoria:

 

Categoria 65cc infantil

1º Lugar Victor

2º Lugar Igor

3º Lugar João Victor

Categoria 85cc infantil

1º Lugar Yuri

2º Lugar Lucas Gabriel

3º Lugar Gugu

Categoria street 125/150cc

1º Lugar Rodrigo

2º Lugar Diego Vidal

3º Lugar Eriston

Categoria Nacional C 125/150cc

1º Lugar Kaká

2 º Lugar Pedro Henrique

3º Lugar Hélio

Categoria Nacional B 180/200cc

1º Lugar Gilvanio

2º Lugar Sanzio

3º Lugar Jovenaldo (Jó)

Categoria Nacional A acima de 200cc

1º Lugar Tedy

2º Lugar Luid Fabiano

3º Gabriel Tupinambá

Categoria Máster (convidados)

1º Lugar Rei Motos

2º Lugar Janjão Santiago

3º Adim Chassis

Categoria Força Livre Intermediária

1º Lugar Elvis

2º Lugar Magnus

3º Lugar Gildo

Categoria Pró

1º Lugar Rodrigão

2º Lugar Élson Curvelo

3º Lugar Bill Veio

02
fev
09

Comparativo 250F 2009

Comparativo 250F 2009 Motocross Action Magazine

Tradução: www.bycross.com / Fotos: Motocrossactionmag.com

2009_honda_crf250O Shootout (comparativo) da Revista norte americana Motocross Action é extremamente respeitado, tanto que as fabricas fazem algumas modificações nos modelos posteriores de acordo com este Shootout.

Abaixo comparativo das 250F 2009 com tradução feita a partir do site da Motocross Action Magazine

Obs: para maiores detalhes do comparativo basta acessar:

www.motocrossactionmag.com

Fonte e Fotos: Motocross Action Magazine

Tradução: Yuri BY-CROSS

Qual moto teve maiores mudanças para 2009?

1 Kawasaki

2 KTM

3 Yamaha

4 Honda

5 Suzuki


Qual tem melhor faixa de torque?

1 Honda

2 Kawasaki

3 Yamaha

4 KTM

5 Suzuki

250_shootout_chartComo se comportaram no Dinanometro? (grafico ao lado)

1 KTM 38,6 cv

2 Honda 37,1 cv

3 Suzuki 36,48 cv

4 Yamaha 36,41 cv

5 Kawasaki 35,4 cv

Qual tem a melhor maneabilidade?

1 Suzuki

2 Honda

3 KTM

4 Yamaha

5 Kawasaki

Qual tem melhor suspensão dianteira?

1 Yamaha

2 Kawasaki

3 Honda

4 KTM

5 Suzuki

Qual tem a melhor suspensão traseira?

1 Yamaha

2 Honda

3 Kawasaki

4 Suzuki

5 KTM

Qual tem a melhor relação (numero dentes pinhão / coroa)

1 Yamaha (não precisa mudar, usar a original)

2 Honda (não precisa mudar, usar a original)

3 Kawasaki (trocar por uma coroa com um dente maior)

4 Suzuki (trocar por uma coroa com um dente maior)

5 KTM (trocar por uma coroa com um dente maior)

Qual moto tem os melhores freios?

1 KTM

2 Yamaha

3 Suzuki

4 Kawasaki

5 Honda

Qual moto vem com os melhores pneus de fabrica?

1 Yamaha (Bridgestone 403A dianteira e Bridgestone 404 na traseira)

2 Kawasaki (Bridgestone 403, inferior ao 403A dianteira e Bridgestone 404 na traseira

3 KTM (defasados Bridgestone M59 dianteira e Bridgestone M60 na traseira)

4 Honda (Dunlop 742FA dianteiro é incontrolavel em piso ou molhado ou terreno duro

Dunlop 756 na traseira)

5 Suzuki (Se usa mesmos pneu da CRF porque ficou atrás? Porque a RMZ curva

mais, então necessita de um pneu dianteiro melhor como Dunlop 756 ou 745)

09_kawi_kx450f 2009_ktm_450sxf2

Como os Pilotos de Teste Motocross Action descreveram cada moto?

Kawasaki o motor da KXF ja vem ‘preparado’.  É forte, rápido e atende aos pilotos Intermediários e Pros. As suspensões são boas, mas tem uma tendência a sair de frente nas curvas. Necessita de uma coroa maior e melhor escalonamento das marchas. No geral tem um solido pacote, exceto por algumas questões para serem resolvidas.

09_ktm_450_specKTM poderia ser ‘doce’ se não fosse os garfos, no geral a moto pode melhorar com apenas alguns refinamentos.

Yamaha continua sem grandes modificações. O motor é forte a partir da média, mas isto não é um fator de diversão. A suspensão é a melhor da categoria, mas o quadro é apenas médio. É uma moto sólida só que sem destaques.

09_honda_450_specHonda a melhor evolução que fizeram na CRF 250 2009 foi o trabalho na faixa de torque. O torque (subida de giro) é rápido, com maior potencia em alta que no modelo anterior. Os garfos e carburação são pontos negativos, mas fáceis de serem resolvidos. Tem o motor mais completo da categoria e a moto tem boa maneabilidade.

Suzuki RMZ 250 2009 é a RMZ 250 2008 com pequenas alterações estéticas. Tem a melhor baixa da categoria com excelente maneabilidade. Os pontos negativos são a falta de potencia em alta e suspensão muito macias, mesmo assim é uma moto com a diversão garantida.

E o vencedor do comparativo 250F 2009 foi…

1º Honda CRF 250

Pela primeira vez desde sua criação, CRF 250 vence o comparativo. O motor e maneabilidade são muito bons. Não é uma maquina perfeita: os garfos são duros, o pneu dianteiro é imprevisível e carburação não é a ideal, mas estes problemas são facilmente corrigidos. CRF 250 estava perto de vencer ano passado, mas graças a melhoria na faixa de torque no modelo 2009, chegou ao topo.

09_kawi_450_spec2º Kawasaki KXF 250

Kawasaki voltou para a prancheta e refez o modelo fazendo grandes modificações para um pacote já forte. É uma grande moto, mas a maneabilidade, carburação e relação precisam ser corrigidos.

09_yamaha_450_spec3º Yamaha YZF 250

YZF tem se fixado em terceiro lugar nos comparativos, tem bom pacote, mas não faz nada extraordinariamente bem para se destacar, exceto pela Kayaba SSS. Possui motor decente e relativa maneabilidade. A questão é se Yamaha irá reformular o modelo para 2010. Ela precisa desta renovação.

4º KTM 250 SXF

KTM tem a genética para sucesso, não contando a suspensão, resposta do acelerador e relação. Ano passado ficou em ultimo no comparativo. Em 2009 teve alguns poucos refinamentos, mas não foram suficientes. SXF 250 pode se tornar uma moto melhor.

09_suz_450_spec5º Suzuki RMZ 250

Nenhum Piloto de Teste da Motocross Action quis classificar a RMZ 250 em ultimo lugar.

Eles sempre diziam: é muito divertida de se pilotar, portanto merece melhor classificação. Mas porque ficou em quinto? A suspensão é macia e a potencia final não é forte. É uma excelente moto para iniciantes.

Configuração da Suspensão Dianteira Recomendada pela Motocross Action

YZF 250

Taxa da mola:0.45 kg/mm

Quantidade de óleo: 521cc

Compressão: abrir 8 cliques (original 9)

Retorno: abrir 9 cliques (original 10)

Altura do garfo: subir 5mm

CRF 250

Taxa da mola: 0.46 kg/mm

Quantidade de óleo: 398cc

Compressão: abrir 11 cliques (original 7)

Retorno: abrir 9 cliques

HPSD (amortecedor direção): abrir 7 cliques

KXF 250

Taxa da mola: 0.44 kg/mm

Quantidade de óleo: 306cc

Compressão: abrir 9 cliques

Retorno: abrir 9 cliques (11 original)

Altura do garfo: subir 5mm

RMZ 250

Taxa da mola: 0.46 kg/mm (0.44 original)

Quantidade de óleo: 370cc

Compressão: abrir 10 cliques

Retorno: abrir 12 cliques

Altura do garfo: subir 2mm

250 SXF

Taxa da mola: 0.46 kg/mm

Quantidade de óleo: 370cc (385 original)

Compressão: abrir 16 cliques (15 original)

Retorno: abrir 20 cliques (19 original)

Altura do garfo: subir 5mmm

Configuração da Suspensão Traseira Recomendada pela Motocross Action

YZF 250

Taxa da mola:5.3 kg/mm

Sag: 100mm

Compressão de alta: (parafuso dentro da porca grande) abrir 1 volta 3/4 (1-1/2 original)

Compressão: abrir 9 cliques

Retorno: abrir 8 cliques

CRF 250

Taxa da mola:5.3 kg/mm

Sag: 102mm

Compressão de alta vel: (parafuso dentro da porca grande) abrir 2 voltas (2-1/8 original)

Compressão: abrir 16 cliques (11 original)

Retorno: abrir 6 cliques (11 original)

KXF 250

Taxa da mola:5.4 kg/mm

Sag: 100mm

Compressão de alta vel: (parafuso dentro da porca grande) abrir 1 volta 1/4 (2-1/4 original)

Compressão: abrir 9 cliques (12 original)

Retorno: abrir 10 cliques (12 original)

RMZ 250

Taxa da mola:5.6 kg/mm (5.4 original)

Sag: 100mm

Compressão de alta vel: (parafuso dentro da porca grande) abrir 2 voltas

Compressão: abrir 8 cliques

Retorno: abrir 8 cliques

250 SXF

Taxa da mola: 6.9 kg/mm

Sag: 110mm

Compressão de alta vel: (parafuso dentro da porca grande) abrir 1 volta 3/4 (1 original)

Compressão: abrir 12 cliques (15 original)

Retorno: abrir 19 cliques (22 original)

2009_yamaha_yz450f 2009_suzuki_rm-z450


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